Jeep Compass fica mais equipado e mais caro na linha 2020; parte de R$ 116.990


Aumentos são de até R$ 8 mil, mas todas as configurações ganharam equipamentos e novos pacotes de opcionais. Jeep Compass Sport
Divulgação/Jeep
O Jeep Compass chegou à linha 2020 mais equipado e até R$ 8 mil mais caro. Agora, o modelo parte de R$ 116.990 nas versões flex e de R$ 161.990 nas equipadas com motor a diesel.
Veja os preços:
Preços
Faróis automáticos, sensor de chuva e chave presencial para entrada no veículo e partida do motor, passam a ser itens de série na Sport, de entrada, que também adota o branco perolizado na paleta de cores por R$ 2.200.
Nas Longitude flex e diesel, a lista de equipamentos ganha retrovisor eletrocrômico, faróis automáticos e sensor de chuva.
Como opcional, a versão passa a ter sistema semiautônomo de estacionamento – que faz parte do pacote Premium, que custa R$ 5.000 e inclui também faróis de xenon, partida remota e sistema de som Beats.
Jeep Compass S 2020
Divulgação/Jeep
Para as configurações Limited e Trailhawk, a novidade fica para a inclusão do banco do motorista com ajustes elétricos de série e para o pacote High Tech como opcional.
O pacote custa R$ 8.000 e adiciona piloto automático adaptativo, faróis altos automáticos, sistema de som Beats, aviso de colisão frontal com frenagem de emergência, aviso para mudanças involuntárias de faixa e abertura elétrica do porta-malas.
A topo de linha S, por sua vez, ganha teto solar panorâmico elétrico de fábrica. Nas versões em que o item é opcional, ele custa R$ 8.600.

Uma em cada sete crianças de 5 anos não está imune ao sarampo no Reino Unido

Agência de saúde pública alerta que a cobertura vacinal da segunda dose está em apenas 87,4%, quando deveria ser 95%. A vacina tríplice viral também protege contra caxumba e rubéola. Centenas de milhares de crianças britânicas devem voltar às aulas após as férias de verão na Europa, mas 1 em cada 7 crianças de cinco anos de idade podem não estar imunizados contra o sarampo. O alerta foi feito nesta segunda-feira (19), pela agência de saúde pública do país, a “Public Health England” (PHE).
Na cidade de Londres, o problema é ainda maior: 1 em cada 4 crianças deixaram de tomar a vacina tríplice viral, que protege também contra caxumba e rubéola.
Embora a cobertura da primeira dose da vacina esteja acima dos 95% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), para a segunda dose o índice está bem abaixo do ideal no país, em 87,4%.
No Reino Unido, a primeira dose da vacina geralmente é dada aos 12 meses de idade. A segunda dose é aplicada antes das crianças irem para a escola, aos 3 anos e 4 meses de idade.
Numa situação normal, duas doses da vacina são suficientes para que um apessoa esteja protegida contra o sarampo. Em casos de surto, os governos podem recomendar uma terceira dose de reforço.
O Reino Unido tem 680 mil crianças com 5 anos de idade que devem começar as aulas em setembro, das quais 30 mil ainda não receberam nem a primeira dose da vacina. Outras 90 mil ainda precisam receber a segunda dose.