Jimmy Fallon pede desculpas por blackface no ‘Saturday Night Live’ após imagens ressurgirem nas redes


‘Lamento muito por ter tomado essa decisão inquestionavelmente ofensiva’, escreveu o apresentador em sua página no Twitter, se desculpando por episódio em 2000. Jimmy Fallon em imagem de abril de 2019, durante festa da Time em Nova York.
Charles Sykes/Invision/AP/Arquivo
Jimmy Fallon pediu desculpas por ter feito uma imitação de Chris Rock usando blackface durante um episódio de “Saturday Night Live” há alguns anos.
Esta semana, as imagens do apresentador em cena na esquete ressurgiram nas redes sociais acompanhadas de muitas críticas. Internautas usaram a hashtag “Jimmy Fallon Is Over Party”, pedindo o cancelamento do apresentador.
“Em 2000, durante o ‘SNL’, eu tomei a terrível decisão de fazer uma imitação de Chris Rock usando blackface. Não há desculpa para isso. Eu lamento muito por ter tomado essa decisão inquestionavelmente ofensiva e agradeço a todos por me responsabilizarem”, escreveu Fallon.
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Fallon e Rock já integraram o elenco do “Saturday Night Live” no passado. O apresentador, permaneceu entre 1998 e 2004, enquanto o comediante estrelou a atração de 1990 a 1993.
Até a manhã desta quarta-feira (27), Chris Rock não havia se manifestado sobre o assunto nas redes sociais. A revista People entrou em contato com representantes do ator, mas não obteve retorno.
O que é ‘blackface’ e por que é considerado tão ofensivo?

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Renault, Nissan e Mitsubishi reforçam aliança para combater a crise do coronavírus


O objetivo da nova estratégia para reduzir custos é que cada uma das empresas assuma a liderança em uma região, um produto ou uma tecnologia. Aliança Renault-Nissan foi criada em 1999, por Carlos Ghosn
Kenzo Tribouillard/AFP
As fabricantes Renault, Nissan e Mitsubishi anunciaram nesta quarta-feira (27) que produzirão em conjunto “quase 50%” de seus modelos até 2025. O reforço na aliança é uma resposta à crise provocada pela pandemia do coronavírus, que paralisou o setor.
Renault-Nissan-Mitsubishi: conheça a aliança criada pelo brasileiro Carlos Ghosn
Coronavírus: veja os efeitos na indústria automotiva
De acordo com um comunicado da aliança franco-japonesa, esta união “permitirá reduzir os custos e os gastos de investimentos em até 40%” em cada veículo fabricado em comum.
“A aliança é a chave de nossa resiliência e de nossa competitividade (…) Hoje, o foco volta para a eficiência e competitividade, mais do que os volumes”, declarou o presidente do grupo, Jean-Dominique Senard, em uma entrevista coletiva.
Divisão por marca
O objetivo da nova estratégia das montadoras para reduzir custos é que cada uma das empresas assuma a liderança em uma região, um produto ou uma tecnologia e os demais sócios acompanhem a primeira montadora.
A produção de veículos concebidos de maneira conjunta se reagrupará em uma única fábrica do grupo “quando isto for considerado pertinente”, afirma o comunicado.
Por exemplo, os SUVs (veículos utilitários esportivos) ou veículos off-road de porte médio, como o Renault Kadjar e o Nissan Qashqai, “ficarão a cargo de Nissan”, enquanto os pequenos SUV (Renault Captur, Nissan Juke) “serão de responsabilidade da Renault”, explica o comunicado.
No que diz respeito à distribuição geográfica, a Nissan será a referência para China, América do Norte e Japão. A Renault vai liderar a aliança na Europa, Rússia, América do Sul e norte da África. A Mitsubishi Motors vai comandar as atividades nos países do sudeste asiático e na Oceania.
Os dois pilares da associação, Nissan e Renault, devem revelar na quinta (28) e sexta-feira (29), respectivamente, os rígidos planos de economia, incluindo o fechamento de fábricas e cortes de empregos.
Herança de Carlos Ghosn
Com esta estratégia, as empresas desejam priorizar a rentabilidade e acabar com a corrida pelo volume de vendas iniciada pelo ex-presidente Carlos Ghosn, preso em novembro de 2018 no Japão por supostas fraudes.
O que se sabe sobre a fuga de Ghosn para o Líbano
Desde a detenção de Ghosn, a aliança enfrenta uma crise. E isto apesar de ter sido líder em venda de automóveis no planetas (mais de 10,6 milhões de unidades).
Os volumes recordes, apresentados como um triunfo por Ghosn, agora refugiado no Líbano, têm sido de pouca ajuda para as empresas sócias, cuja rentabilidade registrou queda nos últimos meses, mesmo antes do início da pandemia de Covid-19.
Detalhes sobre a fuga de Carlos Ghosn do Japão
Aparecido Gonçalves/Rafael Miotto/G1
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