Artistas homenageiam George Floyd e condenam racismo nos EUA; veja repercussão

Beyoncé, Oprah Winfrey, Rihanna, Taylor Swift, Lady Gaga e outros artistas se manifestaram pedindo justiça após a morte que causou protestos em diversas cidades dos EUA. Diversos artistas pediram justiça após a morte de George Floyd e homenagearam o ex-segurança morto nos EUA, em meio a protestos no país.
Após a divulgação de um vídeo que mostra um homem negro sendo imobilizado por um policial branco com os joelhos em seu pescoço, em Minneapolis, nos Estados Unidos, uma onda de protestos começou no país em 25 de maio.
Entenda os protestos nos EUA após a morte do ex-segurança negro George Floyd
O ex-segurança George Floyd, que tinha 40 anos, foi levado inconsciente por uma ambulância logo após a abordagem policial e foi declarado morto ao chegar no hospital, em 25 de abril.
O policial Derek Chauvin, que estava com o joelho sobre o pescoço de Floyd, foi detido na sexta-feira (29) e responde por homicídio culposo (sem intenção de matar) e assassinato em terceiro grau (quando é considerado que o responsável pela morte atuou de forma irresponsável ou imprudente).
Veja a repercussão:
Beyoncé
Beyoncé disse no Instagram: “Precisamos de justiça para George Floyd. Todos testemunhamos seu assassinato em plena luz do dia. Estamos despedaçados e com nojo. Não podemos normalizar essa dor. Não falo apenas com pessoas de cor; se você é branco, preto, pardo ou qualquer outra coisa, tenho certeza de que você não tem esperança com o racismo que está acontecendo nos Estados Unidos no momento. Chega de assassinatos sem sentido de seres humanos … não podemos mais desviar o olhar. ” Beyoncé também compartilhou links para campanhas por justiça para Floyd.
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Oprah Winfrey, apresentadora:
“Como podemos nos adaptar a essa pandemia em que vivemos – ou a qualquer crise que apareça em nossas vidas? Esta semana, a nação está em um estado de agitação legítima depois de testemunharmos o assassinato de #GeorgeFloyd . Agora, a pergunta é: como nos adaptamos e evoluímos neste tempo de injustiça social?”
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Rihanna
“Ver meu povo ser assassinado e linchado dia após dia me levou a um lugar pesado no meu coração!” A ponto de ficar longe das redes sociais, apenas para evitar ouvir novamente a agonia de gelar o sangue na voz de George Floyd, implorando repetidamente por sua vida!!! O olhar de prazer, a pura alegria e o clímax no rosto desse fanático, assassino, bandido, porco, vagabundo, Derek Chauvin, me assombra !! Eu não posso evitar isso”, escreveu Rihanna.
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Miley Cyrys
Miley disse que estava “brava, indignada e com o coração partido” pela morte de Floyd. Ela pediu aos fãs que usassem suas vozes. “Não podemos ficar de pé, precisamos fazer a nossa parte para tornar a justiça para todos uma realidade
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Taylor Swift
A cantora rebateu a mensagem do presidente Trump aos protestos em Minneapolis. “Depois de alimentar o fogo da supremacia branca e do racismo por toda a presidência, você tem o poder de fingir superioridade moral antes de ameaçar a violência? ‘Quando o saque começa, o tiroteio começa’ ??? Vamos votar em novembro”, ela escreveu.
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Lady Gaga, cantora e atriz:
“Estimulo as pessoas a falarem suavemente umas com as outras, falarem com paixão, inspiração e impressionarem a importância dessa questão até que os sistemas que nos mantêm doentes morram, em vez das pessoas que amamos.
Isso não é justiça. Esta é uma tragédia épica que define nosso país e existe há muito tempo. Estou triste. Estou com raiva. E usarei as palavras que encontrar para tentar comunicar o que precisa mudar da maneira mais eficaz e não violenta possível para mim.”
Dua Lipa
A cantora postou links no Instagram para campanhas antirracistas e escreveu. “Existem muitas maneiras de fazer sua voz ser ouvida. Assine a petição, pegue o telefone, converse com sua família, amigos e filhos. Se você é proprietário de uma empresa, faça uma declaração pública de apoio aos seus clientes, amigos e colegas de trabalho negros. Nós podemos ser a mudança. Temos que iniciar a conversa em nossos próprios círculos. ”
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Skank vence jogo de lances e hits certeiros em live no Mineirão


Banda ressalta na transmissão ao vivo que se sente em casa ao tocar no estádio de Belo Horizonte em que gravou show há dez anos. Skank em live no Mineirão
Reprodução / Vídeo
Resenha de live
Artista: Skank
Local: Mineirão (Belo Horizonte, MG)
Data: 30 de maio de 2020, das 20h às 22h20m
Cotação solidária: * * * * *
♪ O Skank saiu de casa na noite de sábado, 30 de maio, para fazer a primeira live de carreira que já totaliza três décadas. Mas, de certa forma, Samuel Rosa (voz e guitarra), Haroldo Ferretti (bateria), Henrique Portugal (teclados) e Lelo Zaneti (baixo) permaneceram em casa porque a transmissão ao vivo foi feita diretamente do Mineirão, nome popular do estádio de Belo Horizonte (MG), cidade natal da banda.
Como ressaltou diversas vezes diante das câmeras o vocalista Samuel Rosa, o Estádio Governador Magalhães Pinto é como se fosse a casa do quarteto. E, de fato, a banda pareceu se sentir em casa no estádio onde, há dez anos, fez registro audiovisual de show perpetuado no álbum duplo e DVD Multishow ao vivo – Skank no Mineirão (2010), como também lembrou Samuel várias vezes durante as duas horas e 20 minutos da live.
Iniciada pontualmente às 20h, com a imagem dos integrantes da banda nos corredores internos que dão acesso ao gramado do Mineirão, a transmissão ao vivo do Skank já entrou no ar em clima de jogo ganho. Afinal, a banda estava ali para enfileirar os hits colecionados em trajetória que entrará em recesso após a atual Turnê de despedida, momentaneamente interrompida por conta da pandemia do covid-19.
Cumprindo o objetivo de dar “passada geral nessa longa caminhada”, como sintetizou o falante Samuel Rosa, o Skank bateu um bolão ao encadear sucessos tocados pelo quarteto mineiro com o reforço de músicos como Doca Rolim (guitarra) e Pedro Aristides (sopros).
Entraram em campo quase todos os standards da banda no roteiro aberto com Dois rios (Samuel Rosa, Lô Borges e Nando Reis, 2003) e encerrado com Vou deixar (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2003), curiosamente duas músicas do álbum Cosmotron (2003).
Skank em live feita no estádio Mineirão na noite de sábado, 30 de maio
Reprodução / Vídeo
Mesmo tendo sido interrompido em vários momentos para que o vocalista e a apresentadora da live propagassem os nomes dos patrocinadores do evento, o jogo rolou redondo, com lances certeiros como Três lados (Samuel Rosa e Chico Amaral, 2000), É uma partida de futebol (Samuel Rosa e Nando Reis, 1996) – música empolgante cujo clipe foi gravado no Mineirão – e Te ver (Samuel Rosa e Chico Amaral, 1994), número que caiu no suingue do groove da bateria de Haroldo Ferretti.
Música pedida pelos fãs do grupo, Balada do amor inabalável (Samuel Rosa e Fausto Fawcett, 2000) foi floreada com solo dos teclados de Henrique Portugal. Tudo no tom habitual. Na primeira live, o Skank reproduziu o molde profissional do show da banda em transmissão acompanhada simultaneamente por mais de 280 mil pessoas no canal oficial da banda no YouTube.
Em vídeos pré-gravados, craques da música (como Jorge Ben Jor e Nando Reis) e do futebol (jogadores de times mineiros) saudaram o Skank no meio da partida.
Mesmo que a ausência do público tenha diluído o calor habitualmente visto nas apresentações incendiárias da banda, o Skank saiu do Mineirão com (mais) uma goleada no vitorioso currículo, vencendo por 7 x 1 o alto astral provocado pela escalada de mortes de brasileiros pelo covid-19.
A bem da verdade, com esse imbatível time de músicas em repertório que incluiu a recente grande canção Algo parecido (Samuel Rosa, 2018), o Skank venceria o jogo mesmo que tivesse entrado em campo adversário, sem se sentir confortavelmente em casa como no Mineirão.

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