Vacinação contra a gripe atinge 90% de cobertura no Brasil


Foram imunizadas 53,5 milhões de pessoas do grupo prioritário e mais 5,6 milhões da população geral. Campanha começou em 10 de abril. Vacina da gripe atinge 90% de cobertura no Brasil em 2019
Prefeitura de Marília/Divulgação
A vacinação contra gripe no Brasil atingiu 90% de cobertura, segundo o Ministério da Saúde. Foram imunizadas 53,5 milhões de pessoas do grupo prioritário e mais 5,6 milhões da população em geral. Mesmo com a meta nacional atingida, nem todos os integrantes do público-alvo e estados do país cumpriram com os 90% estabelecidos.
Trabalhadores da saúde, puérperas, indígenas, idosos, professores e funcionários do sistema prisional também estavam incluídos no grupo prioritário para vacinação e atingiram a cobertura exigida pelo governo. A campanha exclusiva para essa população encerrou em 3 de junho.
Até o último dia 1º de junho, foram registrados 1,560 casos de influenza, com 281 mortes. Destes, 1.274 tiveram o subtipo identificado: 844 foram casos de H1N1, 211 de H3N2, 69 de influenza A e 150 de influenza B.
Vacina da gripe é eficaz? Tire dúvidas
Vacinas do sarampo, gripe e meningite: adultos podem tomar?
O número total de mortes é menor do que no ano passado. Neste mesmo período de 2018, a gripe havia matado 335 pessoas. No entanto, o número de casos de H1N1 aumentou. Em 2018, este vírus estava relacionado com 65% das mortes até a Semana Epidemiológica 21. Neste ano, o aumento foi de quase 10 pontos percentuais.
O estado brasileiro com a maior cobertura vacinal contra a gripe é o Amapá, com 100%. Em segundo lugar está Rondônia, com 97%, e Espírito Santo, com 96%. Com o menor índice está São Paulo, com 84%, seguido por Bahia, com 85%, e Rio Grande do Sul, com 86%.
A vacina não é capaz de causar a gripe em quem recebe. Ela permite que o paciente fique imune aos tipos de vírus mais comuns em circulação sem ficar doente.
A versão produzida para 2019 protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS): H1N1, H3N2 e linhagem B/Victoria/2/87.

São Francisco pode se tornar a primeira cidade dos EUA a proibir venda de cigarros eletrônicos


De acordo com o texto apresentado pelo órgão legislativo, o uso dos cigarros eletrônicos se tornou “uma epidemia” entre os jovens. Homem fuma cigarro eletrônico em Chicago; dispositivo é cada vez mais popular nos Estados Unidos
AP Photo/Nam Y. Huh, File
Através de uma votação preliminar realizada na última terça-feira (18), membros da Câmara de Supervisores de São Francisco decidiram suspender a venda, a produção e a distribuição de cigarros eletrônicos na cidade.
Cigarros eletrônico e tradicional têm em comum os riscos da nicotina; entenda os perigos
Para virar lei, a portaria ainda precisa passar por uma votação e também ser aprovada pela agência federal que regula alimentos e medicamentos nos EUA, a FDA – sigla em inglês.
De acordo com o texto apresentado pelos supervisores, o uso dos cigarros eletrônicos se tornou “epidemia” entre os jovens. Caso aprovada e assinada pela prefeita London Breed, as regras impostas pelos supervisores entrarão em vigor em até sete meses.
Apesar de conter menos substancias tóxicas que o cigarro tradicional, ainda não existem evidências científicas sobre as vantagens do cigarro eletrônico. Alguns riscos podem ser iguais ou até maiores do que os do cigarro comum.
Cigarro eletrônico
A principal particularidade do cigarro eletrônico é que ele funciona com baterias e sem a necessidade da queima. É uma espécie de dispositivo “vaporizador” de aromas, sabores e outros produtos químicos: álcool, glicerina e, na maioria deles, nicotina.
Esses produtos são eletrônicos e têm um reservatório de líquido que precisa ser reabastecido esporadicamente. Também têm uma fonte de energia, geralmente uma bateria, e uma ponta aberta por onde o fumante inala o vapor.