Beto Saroldi põe ‘Vênus’ em órbita com Frejat e Rosa Marya Colin


Sétimo álbum do saxofonista carioca inclui regravação de balada de Gilberto Gil no repertório majoritariamente instrumental. Capa do álbum ‘Vênus’, de Beto Saroldi
Divulgação
♪ Existe música em Vênus! Sétimo álbum do saxofonista e compositor carioca Beto Saroldi, Vênus entrou em órbita na sexta-feira, 18 de setembro, com 14 faixas.
O guitarrista conterrâneo Roberto Frejat é o convidado de Saroldi na gravação de Noites e noites sem fim, música que abre a parceria dos artistas. Outros dois guitarristas, Fernando Vidal e Ricardo Silveira, também fazem intervenções no disco.
Já a cantora Rosa Marya Colin solta a voz em Uma estrela a mais, composição inédita de Saroldi em parceria com Paulo Zdan. Com 11 temas instrumentais (A festa mais badalada da cidade, A última lágrima, Ela adora dançar e Tattoo girl, entre outros), o álbum Vênus contabiliza três faixas cantadas.
Além da música gravada com Rosa Marya Colin, há vozes em Só quero te olhar (Beto Saroldi e Denner Campolina) e na regravação da balada A linha e o linho (Gilberto Gil, 1983).
No disco, Saroldi toca piano Fender Rhodes, órgão Hammond B3 e teclados Oberheim, além do saxofone, soprado com a tarimba de quem já está em cena desde 1975.

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Antonia Morais transita entre trip hop e indie pop no segundo álbum


♪ Em 2014, influenciada pela vivência nos Estados Unidos e pela cena norte-americana de hip hop, a cantora e compositora carioca Antonia Morais gravou o primeiro álbum, Milagros, de textura eletrônica. Anunciado pelo single Fuel, apresentado em janeiro de 2015, o álbum Milagros saiu em abril daquele ano com sete composições escritas em inglês.
Após cinco anos e um single avulso (A santa máquina, de 2016), a artista volta ao mercado fonográfico com o segundo álbum, Luzia 20.20. O título do disco é alusivo ao nome da mulher negra, cujo fóssil – considerado o mais antigo da América do Sul – foi queimado em 2018 em incêndio que destruiu em 2018 a Biblioteca Nacional, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Gravado ao longo de duas semanas, em agosto de 2019, o álbum Luzia 20.20 começou a ser idealizado em Bonito (MS), cidade onde Antonia compôs Gaivotas, música que abre o disco de tom lo-fi.
Mixando referências de trip hop, indie pop, música brasileira e rock, Antonia Morais apresenta repertório autoral formatado com sons orgânicos e sintéticos pelos produtores Barbara Ohana e Gaspar Pini com a própria Antonia Morais.
Espera, Janela, Luzia, Manhãs, Serpente – composição concebida durante trilha na Serra de Bocaina (RJ) – e Xilíks compõem a safra autoral do álbum Luiza 20.20.
Capa do álbum ‘Luzia 20.20’, de Antonia Morais
Fernanda Liberti

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