Banda Maglore revitaliza sobra de álbum de 2017 em gravação aditivada com a voz e o violão de Josyara


♪ Banda baiana residente na cidade de São Paulo (SP), Maglore vem desengavetando músicas gravadas para o último álbum de estúdio do grupo, Todas as bandeiras (2017), mas limadas da seleção final de repertório do disco editado há três anos.
Um mês após reapresentar a canção Não existe saudade no Cosmos (Teago Oliveira, 2018) com adição da guitarra de John Ulhoa e da voz de Fernanda Takai, a Maglore revitaliza Liberta, música até então inédita em disco. O single Liberta foi lançado na sexta-feira, 27 de novembro.
Capa do single ‘Liberta’, da banda Maglore com Josyara
Divulgação
Feita entre o fim de 2016 e o início de 2017 pelo principal compositor da Maglore, Teago Oliveira, em parceria com Lucas Gonçalves (baixista então recém-admitido na banda), a música Liberta sai da gaveta em single que apresenta a gravação de 2017, mas turbinada com a voz e o violão de Josyara, cantora, compositor e instrumentista baiana, conterrânea da Maglore.
O convite a Josyara foi feito para realçar as intenções da letra de Liberta, escrita com múltiplos sujeitos, como se cada verso fosse cantado por uma pessoa diferente.
Ao desengavetar Liberta, a banda Maglore esvazia o baú com registros relativos ao disco Todas as bandeiras, fechando o ciclo vital do melhor álbum desse grupo que está em cena desde 2009.

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Lia Sophia e Felipe Cordeiro apostam no ‘feitiço’ do pop tropical paraense


Cantora lança carimbó estilizado enquanto o artista apresenta single gravado com grupo baiano Psirico. ♪ Ao longo dos anos 2010, a música do norte do Brasil passou por processo de revalorização em todo o Brasil. Foi nessa onda que ganharam projeção nacional artistas identificados com os sons da região, como a paraense Gaby Amarantos e Lia Sophia.
Cantora e compositora nascida na Guiana Francesa, mas criada em Macapá (AM), Lia Sophia reside atualmente na cidade de São Paulo (SP), mas continua ligada ao Pará, até por ter vivido em Belém (PA) durante anos. Tanto que gravou e mixou na capital do Pará a inédita música autoral, Parece feitiço, que já vinha cantando em shows e que lança oficialmente em single editado na sexta-feira, 27 de novembro.
Parece feitiço é carimbó, ritmo de origem indígena que frutificou na região paraense. Além de assinar a música, Lia Sophia responde pelo arranjo e pela produção musical da faixa, gravada com os toques de músicos que integram a banda da artista no Pará – Adelbert Carneiro (contrabaixo), Edvaldo Cavalcante (bateria), Igor Capela (guitarra) e Marcio Jardim (percussão) – e com os sintetizadores pilotados por Bernardo Massot, habitual colaborador de Lia Sophia na cidade de São Paulo (SP).
Parece feitiço apresenta o carimbó na mesma estilizada forma pop do recente single anterior da artista, Ela chegou pra ficar (Lia Sophia, 2020), lançado em 16 de outubro.
Capa do single ‘Foguinho’, de Felipe Cordeiro com Psirico
Divulgação
♪ E por falar no pop tropical paraense, o cantor e compositor Felipe Cordeiro – natural de Belém (PA) e filho do guitarrista Manoel Cordeiro – promove a conexão Pará-Bahia no inédito single autoral Foguinho, também lançado na sexta-feira, 27 de novembro.
Composição de Felipe Cordeiro em parceria com o DJ e radialista Patricktor4, Foguinho foi gravada com o toque do Psirico, grupo baiano personificado na figura do vocalista e percussionista Marcio Victor.
Leo D. assina a produção musical desta gravação direcionada para as pistas e feita com elementos de guitarrada e reggaeton.

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