Voluntários do interior paulista percorrem mais de 1,2 mil quilômetros para ajudar no combate aos incêndios no Pantanal


Dois biólogos e um estudante de biologia da região de Presidente Prudente (SP) se juntaram à batalha em socorro à natureza em Mato Grosso. Pablo Edini Damião, biólogo morador de Martinópolis (SP), em floresta de acuri destruída pelas chamas, no Pantanal
Arquivo Pessoal
O “formoso céu, risonho e límpido” foi encoberto pelo cinza. Há semanas o combate incessante às chamas que atingem e destroem o Pantanal mato-grossense reúne filhos que não fogem da luta, da batalha contra o fogo e da defesa da natureza. Essas forças são formadas por voluntários diversos, entre eles, três jovens do Oeste Paulista. Um deles, o biólogo Pablo Edini Damião, de 22 anos, contou o G1 um pouco da experiência e do aprendizado obtidos durante as ações.
“A gente não via que estando em casa a nossa ajuda seria tão direta. A gente podia plantar árvores a vida inteira que a gente não ia salvar tanta vida quanto se a gente viesse aqui e apagasse os incêndios”, disse ele.
Sem nem pensar muito, o trio embarcou rumo a Poconé (MT), a mais de 1,2 mil quilômetros de distância de Presidente Prudente (SP), com o objetivo de ajudar a amenizar a situação no Pantanal, onde fauna e flora têm sido prejudicadas de maneira intensa pelos incêndios.
Conforme o biólogo, o combate e a prevenção às chamas são tão importantes como o resgate de animais, pois, “preservando os ambientes onde os animais estão, impede que a gente tenha um animal ferido, por exemplo”.
“Nós, principalmente, agimos amenizando o fogo, diminuindo a temperatura do solo, diminuindo os focos de incêndio, para que eles não cheguem em outros locais”, contou Damião ao G1.
Fumaça sobe de incêndio no Pantanal em Poconé, em Mato Grosso, no dia 27 de agosto
Amanda Perobelli/Reuters
Incêndio subterrâneo
Contudo, o desafio não está somente nas grandes e vívidas chamas vistas a quilômetros de distância. Em algumas regiões, o incêndio também é invisível aos olhos e demanda uma verificação diferente, por meio do tato, já que está dentro do solo.
O biólogo salientou ao G1 que, em algumas regiões do Pantanal, o solo “é cheio de raízes” e que essas raízes também são atingidas pelo fogo, causando assim um incêndio subterrâneo. Diante do fato, a equipe tenta cobrir o máximo de território possível para amenizar a situação.
“As raízes vão pegando fogo como se fossem um incenso grande e vão se deslocando sem a gente ver, porque é embaixo da terra, é invisível, a gente tem de tatear o solo com a mão para saber onde tem uma temperatura alta e a possibilidade de se criar um fogo facilmente”, explicou Damião.
Se esse fogo que está abaixo das folhas que caíram no chão receber “um ventinho”, sol ou qualquer situação que cause o aumento da temperatura ou da oxigenação do ambiente, essas folhas que estiverem em cima desse solo começam a queimar.
“O fogo sai da terra, chega nas folhas, chega numa árvore e vai soltando fuligem. A fuligem chega em outro ambiente através do ar e começa a pegar fogo também em outro local, ou seja, ele se dispersa pela terra, ele se dispersa pelo ar, ele se dispersa pelas partículas que voam pelo ar, ele se dispersa pelo chão, então, é uma questão que fica quase imprevisível, porque são áreas imensas de quilômetros e quilômetros que a gente não consegue monitorar o tempo todo”, esclareceu.
E o trabalho é incessante. Ainda que o foco seja contido, o local precisa receber visitas constantes para verificar se existe chance de recomeçar o incêndio.
“Mesmo com a gente apagando [o fogo], a temperatura do solo ainda tem a capacidade de buscar novas fontes de calor, buscar novas fontes de combustível pra carbonizar, pra criar mais fogo”, disse Damião ao G1.
Da esquerda para a direita: Guilherme José Costa, Thiago Luiz Santos da Silva e Pablo Edini Damião, no dia 16 de setembro, no Terminal Rodoviário de Presidente Prudente (SP),antes de embarcarem para Poconé (MT)
Arquivo Pessoal
Combate
Além de Pablo, que reside em Martinópolis (SP), na última quarta-feira (16), seguiram ao Estado de Mato Grosso o biólogo Guilherme José Costa, de 22 anos e morador em Indiana (SP), e o estudante de biologia Thiago Luiz Santos da Silva, de 26 anos e residente em Presidente Prudente.
Os jovens saíram de ônibus, do Terminal Rodoviário de Presidente Prudente, e desembarcaram em Poconé, pois é um dos territórios com mais focos de incêndio no Pantanal.
“É uma área muito importante que não pode ficar sem ajuda, sem essa questão dos voluntários”, salientou Damião ao G1.
5 pontos sobre as queimadas no Pantanal
De acordo com o biólogo, a cidade conta com várias equipes no apoio ao combate aos incêndios, como Marinha, Exército, bombeiros, brigadistas, voluntários e biólogos, além de pessoas que não são especializadas em questões ambientais ou em lidar com incêndios.
“Mas todas essas pessoas que estão dispostas a virem aqui têm de estar dispostas a aprender a lidar com essas situações, porque são muitas informações de uma vez e a gente tem de aprender a raciocinar pra buscar a solução pra apagar ou pra resgatar um animal, pra que tudo corra bem”, declarou Damião ao G1.
Conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade tem uma população estimada em 33.315 pessoas e uma área territorial de 17.025,406 km².
“A região onde a gente está é uma região muito importante, nós temos araras-azuis aqui do lado da nossa janela, a gente abre a porta tem um ninho de arara-azul. A gente vai lá nos focos de incêndio, a gente vê florestas inteiras de uma planta chamada acuri, que é o principal alimento que a arara-azul consome aqui no Pantanal, sem a presença do acuri as araras-azuis não conseguem sobreviver, nós temos florestas inteiras de acuri completamente queimadas e esses animais acabam perdendo muito alimento, acabam perdendo ambiente, mas algumas acho que a gente consegue preservar e garantir que esses animais sobrevivam”, ressaltou ainda.
Arara-azul encontrada em pousada da região. Fazenda que tinha grande concentração da espécie no Pantanal foi duramente afetada pelo fogo
Frico Guimarães/Documenta Pantanal/BBC
O trabalho
Os jovens do Oeste Paulista têm como principal foco o combate às chamas. Damião ponderou ao G1 que a questão “é proteger as áreas de floresta pra que não se alastrem [os incêndios]” e, consequentemente, esses locais protegidos podem abrigar animais sem o risco de queimá-los.
“Nós vimos que as áreas que a gente está protegendo, as áreas que a gente impediu que o fogo se alastrasse, ainda há uma diversidade muito grande de animais. Vimos antas, veados, onça-pintada, cateto, paca, centenas de espécies de aves, muitas delas ameaçadas, e isso é muito importante. Ver a valorização que nosso trabalho está tendo de ver esses animais nos locais onde a gente está combatendo o fogo”, declarou o biólogo.
Árvore queima em incêndio no Pantanal, em Poconé (MT), no dia 29 de agosto
Amanda Perobelli/Reuters
O trabalho não para.
“O que acontece aqui é que nós temos uma floresta que tem uma ligação com outra floresta, seja num corredor ecológico, e, se pega fogo num lugar, esse fogo vai se espalhando e vai criando conexões infinitas com outras localidades, outras florestas e a gente tem de combater isso, pra que ele não se alastre”, expôs.
“A gente tem de fazer o máximo possível, no menor tempo possível, e tendo gasto de água, um gasto de energia muito grande pra gente combater [o fogo]. Nós tivemos um grupo aqui que ficou quase 24 horas acordado pra tentar combater o fogo e, mesmo assim, é um trabalho incessável, não acaba, tem fogo o tempo todo, tem situação pra amenizar o tempo todo, não para”, contou ao G1.
O voluntário relatou que as equipes têm Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para auxiliar na respiração, além de óculos de proteção que impedem que galhos atinjam os olhos ou que a fumaça prejudique a visão.
As equipes ainda usam equipamentos para apagar o fogo, como mangueiras extensas e bombas que filtram a água de algum rio próximo. Os voluntários ainda levam uma bolsa, chamada de “bomba costal”, com 20 litros de água nas costas.
“A gente veste essa bolsa, enche de água e vai pro meio da floresta onde a mangueira não alcança e lá dentro vai borrifando água e outra pessoa vai com a enxada pra tentar ir cavando o solo e diminuir a temperatura do solo” e evitar ou conter os incêndios subterrâneos, detalhou ao G1.
Existem algumas técnicas, bem simples até, conforme o biólogo, mas é preciso entender “como o ambiente funciona”.
“A gente precisa cavar certinho, a gente precisa jogar água numa certa quantidade, numa certa velocidade, a uma certa distância, umas técnicas para combater o fogo, em diferentes situações onde o fogo é no chão, fogo subterrâneo, onde o fogo é mais raso, onde é só nas folhas ou também onde o fogo fica nas árvores, que ganha as grandes proporções”, explicou.
Foto mostra jacaré morto em uma área queimada do Pantanal em Poconé (MT), no dia 31 de agosto
Amanda Perobelli/Reuters
“Tem sido uma experiência de extremo aprendizado, a gente todos os dias aprende muita coisa nova, aprende a lidar com situações muito diferentes. Nós chegamos aqui sem entender nada de como poderíamos conter o fogo, que equipamentos a gente poderia usar, e hoje em dia a gente está conseguindo se virar muito bem, consegue ir lá sozinho combater o fogo, consegue orientar uma pessoa que acabou de chegar pra combater o fogo, consegue liderar mais a situação e agir em grupo pra combater esses focos”, destacou ao G1.
O biólogo frisou que “é muito importante prevenir que uma situação dessa aconteça, porque não é só o ambiente aqui do Pantanal que vai ser afetado, é o Brasil todo, não é só o Brasil todo, é a América Latina, e não é só a América Latina que vai ser afetada, é o planeta inteiro que recebe a umidade, que recebe a biodiversidade daqui do Pantanal e também da Amazônia, que é muito próxima aqui do Pantanal, que são biomas vizinhos praticamente”.
“Então, sem a presença da Amazônia, que justamente traz toda a umidade pra dentro do continente e transforma em chuvas e transforma em umidade pra várias regiões do Brasil e do mundo, sem essas regiões, se essas regiões forem perdidas, a gente vai ter impacto econômico, social, ambiental em todas as áreas possíveis, porque vai faltar água, vai faltar comida, vai faltar tudo que a gente precisa pra sobreviver”, concluiu.
A fumaça das queimadas na Amazônia e no Pantanal já se estende por mais de 4 mil quilômetros da América Latina e chega a cobrir parte dos países vizinhos, em imagem de 19 de setembro
Inpe/Reprodução
Resiliência
“A sensação de ver tudo destruído é muito triste, choca muito o coração da gente, mas a gente consegue ver sinais na floresta, como a gente é biólogo, a gente consegue perceber que a vida ali, alguns locais que pegaram fogo, já está ressurgindo, já está brotando novamente”, salientou Damião ao G1.
O biólogo frisou que “é uma questão de resiliência da natureza”.
“A gente consegue assimilar até essa situação onde a natureza até consegue se regenerar muito bem. A gente consegue assimilar isso pra nós mesmos que passamos às vezes por dificuldades muito grandes, mas que conseguimos ter uma certa resiliência pra resistir e continuar lutando, continuar sobrevivendo”, comparou.
Adversidades
Acompanhar de longe a destruição se tornou insuportável para os jovens, que “de última hora” resolveram seguir para o Pantanal. “Foi mais por instinto, por impulso, mas a gente conseguiu chegar até aqui”, enfatizou o voluntário.
Damião lembrou ao G1 que teve 10 minutos para arrumar as malas e seguir para o Terminal Rodoviário de Presidente Prudente.
“Não precisei nem pensar. Eu quero ajudar, eu quero ser útil pra essa situação e seria uma forma muito eficaz eu estar lá pessoalmente combatendo tudo isso, mesmo não sabendo o que iria acontecer, mesmo não sabendo o futuro, a gente veio aqui com uma força de vontade muito grande pra proteger o que estava acontecendo aqui, pra evitar que houvesse maior destruição. A gente está conseguindo ter essa efetividade que a gente estava tanto almejando no começo”, declarou.
Contudo, o trio passou por algumas adversidades para conseguir chegar ao local onde está.
“Questões políticas que inviabilizam a entrada de voluntários, por exemplo, questões do próprio governo aqui da região que não quiseram nos aceitar como voluntários porque não há alojamento, não há estrutura pra receber muita gente. Então, tem várias visões em locais diferentes, existem pousadas, existem ONGs [Organizações Não-governamentais], existem questões políticas municipais, regionais, e cada uma delas trata a situação de uma forma diferente num todo”, contou ao G1.
Segundo o biólogo, as pessoas que trabalham diretamente na mata e que “tiram dinheiro do próprio bolso” os receberam muito bem.
“Esse pessoal valorizava muito mais a questão de a gente ter vindo aqui como voluntários, realmente pediam a nossa ajuda pra combater essa situação, enquanto as questões governamentais nos excluíam da situação, como se não tivéssemos como ajudar, como fazer nada”, relatou.
Cuidador mostra queimaduras nas patas de uma onça-pintada adulta chamada Amanaci causadas por um incêndio no Pantanal, enquanto o animal passava por tratamento com células-tronco, na ONG Instituto Nex, em Corumbá de Goiás (GO)
Ueslei Marcelino/Reuters
Ao G1, o biólogo contou que foram mandados embora de uma região por causa de questões governamentais que inviabilizaram a ajuda. Porém, depois conseguiram contato com uma pousada que estava disposta e precisando de ajuda para combater os incêndios, onde foram bem recebidos e conseguiram ter uma efetividade imensa no combate ao fogo e evitar que ele percorra e ataque outras regiões por perto.
A área da pousada também foi atingida. Damião contou que, no último domingo (20), algumas pessoas já até dormiam quando de repente surgiu um incêndio muito próximo ao local onde estavam.
“A gente teve de correr o mais rápido possível, pegar todo o equipamento, se vestir, pra conseguir apagar o fogo. A gente ficou até 6 horas da manhã tentando apagar, tentando amenizar a situação, e mesmo assim, com tanta ação, com tanta gente em cima, a gente não conseguiu apagar 100%, que é muito forte, muito difícil”, lamentou.
Onça-pintada adulta chamada Amanaci recebe tratamento com células-tronco nas patas, após queimaduras durante um incêndio no Pantanal, na ONG Instituto Nex em Corumbá de Goiás (GO)
Ueslei Marcelino/Reuters
Para o biólogo, a situação gera “uma mistura de sensação de desespero com impotência”.
O voluntário contou que na segunda-feira (21), pela manhã, fazia uma ronda e tentava apagar uns focos menores de incêndio, quando de repente surgiu “um foco gigantesco”.
“Só eu e o companheiro que estava ali não conseguimos apagar sozinhos, a gente não tinha o que fazer, se a gente entrasse ali pra apagar sozinho a gente poderia morrer e seria tudo em vão”, recordou.
“Essa é uma questão interessante, que quando falta equipamento, quando falta água, quando faltam pessoas pra trabalhar, a gente não pode fazer nada. Sozinho a gente jamais consegue fazer tudo aqui, a gente precisa de tudo e de todos pra combater um foco, até um foco pequeno é difícil combater sozinho”, comentou ao G1.
Limite
Foto feita com drone mostra vegetação queimando no Pantanal em Poconé (MT), no dia 31 de agosto
Amanda Perobelli/Reuters
A viagem foi feita por conta própria e foi viável financeiramente com a ajuda de amigos e familiares. Já o retorno ainda está incerto, pois só o grupo tenta resolver questões financeiras para voltar ao interior paulista. Entretanto, Damião afirmou: “Nós pretendemos ficar aqui até o nosso corpo aguentar, até o nosso limite, até o nosso esgotamento físico”.
O biólogo alegou saber que o trabalho no local não vai acabar tão cedo. “Tem algumas equipes que estão aqui há mais de 30 dias combatendo o fogo, e não para, é um trabalho incessante, então, nós vamos ver até quando o nosso corpo aguenta, porque é uma questão de muito gasto energético, uma questão de psicológico, porque a gente tem de lidar com situações muito difíceis, muito tristes e que abalam toda a situação”, afirmou.
“Teve gente que ficou aqui mais de 24 horas apagando fogo, é uma questão muito desgastante pra gente e é interessante que venham mais pessoas ajudar”, enfatizou.
Ainda é importante que cheguem mais equipamentos, bem como ataduras e medicamentos contra queimaduras, entre eles, pomadas, para passar nos animais, situação que preocupa os envolvidos no combate ao incêndio e nos cuidados com a fauna.
No decorrer dos dias, não só os jovens do Oeste Paulista, mas todos os voluntários empenhados tentam driblar as dificuldades. Além das questões da chegada, há o desgaste físico. Damião, por exemplo, disse que está com a mão infeccionada devido ao trabalho com água do rio, que não é tratada. Ele também contou que as pessoas se machucam muito e se intoxicam.
Mas a luta é conjunta, e todos se ajudam e trocam informações.
“Viemos em três e a gente conseguiu achar uma outra pessoa, um voluntário também, um rapaz de Minas Gerais, e ele também estava disposto a brigar pela causa”. O biólogo ainda contou que encontrou esse jovem por acaso e permaneceram juntos.
E o fim dos incêndios não é a única expectativa. Também é aguardado um apoio que vem do alto: a chuva. O voluntário disse que a chuva que atingiu a cidade há alguns dias não foi tão eficaz. “A chuva aqui precisa ser muito forte, muito intensa pra ter uma efetividade no controle dos incêndios e não há previsão ainda pra esse tipo de chuva pra cá”, declarou ao G1.
Sema
O G1 questionou a Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) sobre a receptividade de voluntários para o combate aos incêndios e a pasta declarou que a demanda jornalística deveria ser encaminhada ao Corpo de Bombeiros, “que é o órgão responsável pelo combate aos incêndios florestais e pela parte operacional”.
Contatado, o Corpo de Bombeiros emitiu ao G1 a seguinte nota:
“O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso apoia os voluntários com treinamento e suporte técnico para as ações, sob coordenação da instituição.
As ajudas são bem-vindas, mas precisam ser tratadas e alinhadas previamente para otimização dos auxílios.
Os voluntários passam por capacitação primando pela sua segurança.
O CBMMT orienta aos voluntários que procurem a instituição e nunca ajam de forma independente, sem a capacitação, conhecimento técnico e preparo”.
Também foi feito contato com a Prefeitura de Poconé, mas o G1 ainda não recebeu retorno.
Nas proximidades de parque tomado por fogo, onça-pintada descansa embaixo de sombra
Gustavo Figueirôa/SOS Pantanal/BBC
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