Universitários da área de saúde poderão fazer estágio em unidades que atuam no combate ao coronavírus

Portaria do MEC inclui alunos de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia, que serão alocados em unidades básicas de saúde e de pronto atendimento, rede hospitalar e comunidades. Carga horária será contada como estágio curricular obrigatório e considerada na pontuação para ingresso nos cursos de residência. Estudantes de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia estão autorizados a fazer estágio em unidades onde poderão auxiliar o combate à pandemia de coronavírus no país. A autorização do Ministério da Educação foi publicada portaria na edição extra do Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (20).
Os estudantes serão alocados em unidades básicas de saúde, unidades de pronto atendimento, rede hospitalar e comunidades, atuando exclusivamente nas áreas de clínica médica, pediatria, saúde coletiva e apoio às famílias, de acordo com as especificidades de cada curso.
A permissão será temporária, enquanto durar a emergência em saúde pública, e é válida para estudantes dos dois últimos anos do curso de medicina e do último ano dos cursos de enfermagem, farmácia e fisioterapia.
A atuação dos alunos será supervisionada por profissionais registrados em seus conselhos e pela orientação docente realizada pela Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS).
De acordo com o MEC, as instituições de ensino deverão usar a carga horária dedicada pelos alunos nas ações de enfrentamento como horas de estágio curricular obrigatório. A atuação também será considerada na pontuação para ingresso nos cursos de residência.
A seleção, capacitação e alocação dos alunos acontecerá após articulação com os órgãos de saúde estadual, distrital e municipal, e será realizada pelo Ministério da Saúde.
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