Tecnologia ajuda no tratamento e prevenção de doenças

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<span class="legend_box ">Healthtechs apostam em novas tecnologias para tratamentar de pacientes</span>
<span class="credit_box ">Pixabay</span>
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A evolução da tecnologia contribui para exames mais eficientes, cirurgias mais seguras e até medicamentos com dosagens mais precisas. As startups da área da saúde, as chamadas healthtechs, apostam em inteligência artificial, telemedicina e  internet das coisas.</p>
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O relatório Distrito HealthTech Report identificou que 24,2% das startups dessa área buscam melhorar a gestão de clínicas, hospitais e laboratórios. Na sequência, destacam-se as categorias de marketplace, acesso à informação, farmacêutica e diagnóstico.</p>
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Atualmente, as empresas que apostam nas novas tecnologias como base de seus negócios representam menos de 10%, mas têm pontecial para crescer nos próximos anos.</p>
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O levantamento Distrito HealthTech Report aponta algumas tendências para o mercado da saúde, todas envolvendo o uso de novas tecnologias.</p>

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<div class="content">Inteligência Artificial</div>
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Google, Apple e outras gigantes de tecnologia se juntaram às startups de saúde para desenvolverem novos serviços para a área médica. A inteligência artificial tem potencial para contribuir para resultados de exames cada vez mais precisos e remédios mais eficientes.</p>
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Uma área da medicina em que algoritmos podem ser usados amplamente nos próximos anos é na parte de exames de imagem. As máquinas conseguem ser mais eficientes do que os olhos humanos para detectar doenças.</p>
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O Google, por exemplo, através da utilização de redes neurais, garante uma exatidão melhor do que a de médicos especialistas na identificação de 50 tipos diferentes de doenças oftalmológicas.</p>

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<div class="content">Telemedicina</div>
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O médico não precisará estar em frente ao paciente nas consultas ou dentro da sala de cirurgia no futuro. A telemedicina é uma tecnologia que permitirá o atendimento de qualidade e precisão em qualquer local com um bom sinal de internet.</p>
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As questões de regulamentação dessa prática no Brasil e a aceitação dos médicos ainda são pontos que precisam ser acertados. Porém, os equipamentos necessários para oferecer esse tipo de serviço já existem e estão sendo aprimorados.</p>

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<div class="content">Internet das coisas</div>
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A área da saúde é uma das que pode crescer mais com a Internet das Coisas, ou IoT, da sigla em inglês <em>Internet of Things</em>. O Plano Nacional de IoT do BNDES projeta que esse setor seja responsável de 4% até 11% do produto interno bruto do planeta, até 2025, o equivalente a valores entre 3,9 e 11,1 trilhões de dólares. No Brasil, estimam-se ganhos da faixa de 50 a 200 bilhões de dólares nos próximos 5 anos.</p>

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<div class="content">Blockchain</div>
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O sistema que permite a troca de informações de maneira segura ficou famoso com as moedas digitais, como o Bitcoin, mas não é apenas em transações financeiras que o blockchain tem utilidade. </p>
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Os hospitais podem utilizar a tecnologia para obter informações clínicas de pacientes e de quem realizou o serviço, armazenar ensaios clínicos, realizar prontuários médicos, por exemplo. O blockchain pode ser uma solução para substituir os antigos arquivos de exames e prontuários dos pacientes.</p>