População da Etiópia transforma ervas daninhas em energia

<div><img src="https://img.r7.com/external_images?dimensions=660×440&no_crop=true&url=https://vtb.r7.com/396768/2019/12/31/5e0ba0cb43527fb35f0000d2/6ccf88e4132041c993cb47bf7ae287de_2019_12_30T195604Z_1_LOV000LGC19YS_RTRMADV_STREAM_512_16X9_FLV_ETHIOPIA_WEEDS_ENERGY_MOBILE_READY_1__thumb.jpg" alt="População da Etiópia transforma ervas daninhas em energia"><p>Cooperativas no sul do Etiópia estão transformando ervas daninhas em energia e em uma forma de integrar comunidades de nativos e refugiados. As árvores algarobeiras (Prosopis juliflora) são consideradas daninhas por sua natureza invasiva e os prejuízos que causam aos pastos do gado. "Onde essa árvore cresce, ela erradica todas as outras. Ela cresce sozinha. Esse é o maior problema. As raízes se entranham profundamente no solo e se expandem, dificultando o crescimento de outras árvores", diz o fazendeiro Aden Abdullah Ahmed. Os nativos cortam as algarobeiras e as transformam em briquetes que são vendidos para uma cooperativa de refugiados. Essa tem sido opção sustentável para o meio ambiente além de um impulso para a economia local e uma forma de evitar conflitos. "Eles se tornaram clientes e produtores. A comunidade anfitriã corta a lenha, as algarobeiras e as vende para a cooperativa de refugiados. E a cooperativa de refugiados pega as algarobeiras e então as processa neste centro", Moge Abdi Omar, coordenador do projeto. Os blocos de algarobeira queimam por mais tempo que os de carvão tradicional e são uma fonte mais limpa de energia.</p></div>