Péri traz à tona ‘O ouro e a madeira’, samba de Ederaldo Gentil, no álbum ‘Eu e o tempo’


Música de 1975 é a única regravação de repertório autoral composto por parcerias do artista baiano com Luís Ariston e Vanessa Bumagny. ♪ Pérola fina gerada na Bahia, o samba O ouro e a madeira – música mais famosa da lavra do compositor soteropolitano Ederaldo Gentil (1944 – 2012), apresentada ao Brasil em 1975, com repercussão nacional, em gravação do Conjunto Nosso Samba – ganha a voz de Péri, conterrrâneo de Gentil, neste ano de 2021.
O samba O ouro e a madeira é a única música sem a assinatura de Péri no décimo álbum do cantor, compositor e músico baiano, Eu e o tempo.
Previsto para junho e anunciada em fevereiro pela música-título do disco, composta por Péri e gravada em cadência próxima do xote com ecos da sintaxe do cancioneiro de Alceu Valença, o álbum Eu e o tempo encadeia no repertório autoral parcerias de Péri com compositores como a paulistana Vanessa Bumagny (Vertiginosa) e os também baianos Luís Ariston (Saudade) e Ricardo Valverde (Yalodê Oxum).
Para compor o repertório do álbum Eu e o tempo, Péri também pôs música nos versos de Emboscada, poema de Juliana Valverde, baiana residente na cidade de São Paulo (SP) que também é cantora e compositora.
Sozinho, sem parceiros, Péri assina letra e música de composições como Meu nirvana, Só sei que te amo e Eu rio, eu mar.