Pedro Mann se junta com Caio Prado para defender a liberdade de amar no single ‘Tudo que a gente podia ser’


♪ Pedro Mann apresenta o segundo single da trilogia Asa – Tudo que a gente podia ser, canção composta pelo artista carioca e gravada pelo autor em dueto com o conterrâneo Caio Prado – seis meses após a edição do terceiro álbum solo, Salineiras (2020), editado em 13 de novembro.
Em gravação feita com produção musical de Rodrigo Vidal, também responsável pela mixagem e masterização do single posto em rotação na sexta-feira, 14 de maio, Mann e Prado defendem a liberdade de amar.
“Não vá correr / Daquilo que você sempre quis / Do que o coração te diz / Pra que esperar para ser feliz?”, questionam os cantores em versos da letra que manda recado para todos que ainda sufocam sentimentos para se encaixar no padrão heteronormativo da sociedade.
Na gravação, a canção Tudo que a gente podia ser foi adornada com cordas e sopros arranjados por Yuri Villar.
Apresentada em abril com a edição de Faz um bem (Pedro Mann), single que revelou música sobre a epifania do primeiro encontro amoroso, a trilogia Asa foi criada para exaltar todas as formas de amor.
O ainda inédito terceiro single, Fiz uma canção de amor, versa sobre fim de relacionamento e junta Pedro Mann com a cantora Laura Petit.
Cantor, compositor, baixista e guitarrista que fundou duas bandas cariocas, Inox e Bondesom, Pedro Mann iniciou a carreira solo há oito anos com a edição do álbum O mundo é logo ali (2013), ao qual se seguiu, três anos depois, o álbum solo Cidade Copacabana (2016).
Capa do single ‘Tudo que a gente podia ser’, de Pedro Mann
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