Paulinho da Viola se prepara para 1ª live e diz que aproveitou quarentena para compor


Cantor montou repertório de sucessos para show on-line deste sábado (28), no Globoplay. Há quase 25 anos sem discos de inéditas, ele diz que usou isolamento para ler, ouvir e fazer música. O cantor Paulinho da Viola se apresenta neste sábado (28), em live transmitida pelo Globoplay
Marco Froner/Divulgação
Paulinho da Viola subirá ao palco da Cidade das Artes, no Rio, neste sábado (28), mas pela primeira vez não verá ninguém na plateia de um show seu.
O cantor, que completou 78 anos neste mês, está prestes a entrar para o time de artistas que tiveram que se adaptar ao formato de show on-line na pandemia do coronavírus. A primeira live de Paulinho será transmitida no Globoplay, a partir das 22h.
Apenas músicos e equipe técnica vão acompanhar o show in loco. E, para fisgar a atenção do público em casa, o cantor montou um repertório de sucessos, com “uma ou outra música não tão conhecida”, diz ele.
“Pecado capital”, “Coração leviano”, “Foi um rio que passou em minha vida” estão entre as canções que marcaram a carreira do cantor e compositor carioca, e que devem aparecer.
“Minha expectativa é de que essa live possa chegar a um número maior de pessoas que não tiveram a oportunidade de assistir aos meus shows, e que elas possam recebê-la com alegria nesse momento tão difícil que estamos passando”, afirma Paulinho, em entrevista divulgada pelo Globoplay.
Rotina na quarentena
Para se proteger da Covid-19, Paulinho conta ter seguido um isolamento rigoroso, saindo “só em casos extremos”. Ele diz ter aproveitado o tempo em casa pra resolver pendências: “Ler mais, ouvir mais músicas e até compor também”.
A notícia deve animar os fãs, que esperam ansiosos por novas músicas do cantor. Há quase 25 anos, ele não lança um disco de inéditas. O último, Bebadosamba, saiu em 1996.
Em outubro, 13 anos após seu último trabalho acústico, Paulinho lançou o álbum ao vivo “Sempre se pode sonhar”, registro de 22 músicas captadas em uma temporada de shows feita pelo cantor no Teatro Fecap, em São Paulo, em 2006.
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