O Terno ocupa viaduto da cidade de São Paulo na volta à cena


Atração da edição virtual do festival ‘Rec-Beat’, trio paulistano toca oito músicas de Tim Bernardes em apresentação de 35 minutos. ♪ Há um ano sem fazer show, o trio O Terno voltou à cena em local inusitado. Tim Bernardes (voz e guitarra), Gabriel Basile (bateria) e Guilherme d’Almeida (baixo) ocuparam palco circular armado no vão central do Viaduto Santa Ifigênia – via destinada somente a pedestres na geografia do centro da cidade de São Paulo (SP) – em apresentação exibida no fim da tarde deste domingo, 13 de fevereiro, como atração da programação da edição virtual do festival Rec-Beat SP.
Previamente gravada, a sucinta apresentação do Terno durou 35 minutos. O trio paulistano encadeou oito músicas em roteiro iniciado com Atrás / Além (Tim Bernardes, 2019) – música-título do quarto álbum da banda, lançado em abril de 2019 – e encerrado com Melhor do que parece (Tim Bernardes, 2016), composição que batizou o terceiro álbum do Terno.
Do repertório do álbum Melhor do que parece (2016), aliás, o trio também tocou Volta (Tim Bernardes, 2016) – uma das grandes canções da obra de Tim Bernardes, compositor do trio – e Depois que a dor passar (Tim Bernardes, 2016).
Tim Bernardes na apresentação do trio O Terno no festival ‘Rec-Beat SP’
Reprodução / Vídeo
Diante dos olhares curiosos de transeuntes que cruzavam o viaduto, o Terno tocou Pegando leve (Tim Bernardes, 2019), Eu vou (Tim Bernardes, 2017) – música apresentada por Paulo Miklos no álbum A gente mora no agora (2017) e regravada pelo grupo no álbum (2019), em tom mais introspectivo – e caiu no samba que virou rock Bielzinho / Bielzinho (Tim Bernardes, 2019).
Como o Terno se retirou de cena na pandemia, sem ter feito sequer uma live, o show do trio no Rec-Beat SP serviu como alento para seguidores do grupo enquanto os shows presenciais permanecem contraindicados.