Museu do Louvre lança banco de dados e disponibiliza quase meio milhão de obras na internet


Público pode ver obras expostas no museu parisiense e as que estão guardadas e protegidas pela instituição. Museu do Louvre, em Paris, em foto de julho de 2019
Charles Platiau/ Reuters
Quase meio milhão de obras do Louvre já estão acessíveis na internet, incluindo aquelas que não estão fisicamente expostas, anunciou nesta sexta-feira (26) o museu parisiense.
“É uma etapa que preparamos há muitos anos, tanto para o público em geral como para os profissionais”, disse o presidente do Louvre, Jean-Luc Martínez, por videoconferência.
O museu lançou um novo banco de dados com entradas para mais de 482.000 obras, ou seja, quase três quartos de todas as suas coleções.
São obras expostas fisicamente, mas também aquelas que estão armazenadas, inclusive nas novas instalações ultramodernas de Lievin, no norte da França.
Também é possível visitar virtualmente o museu Delacroix, pertencente ao Louvre, bem como as esculturas dos jardins das Tulherias e as obras recuperadas após a Segunda Guerra Mundial, que aguardam ser devolvidas às famílias judias saqueadas pelos nazistas.
O Louvre está fechado há vários meses devido à pandemia. No ano passado, as visitas a seu site louvre.fr aumentaram para 21 milhões, enquanto nas redes sociais conquistou dez milhões de seguidores.
O museu mais frequentado do mundo registrou apenas 2,7 milhões de visitas durante os seis meses em que abriu em 2020, em comparação com 9,6 milhões em todo o ano anterior.
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Museu do Louvre, em Paris, reabriu em julho de 2019 com medidas de segurança para prevenir contágios da Covid-19