Mulamba concilia erotismo, questões ambientais e temas maternos na pauta do álbum ‘Será só aos ares’


Formada somente por mulheres, a banda reúne BNegão, Kaê Guajajara e Luedji Luna em disco autoral. ♪ Em atividade desde 2015, ano em que foi formada em Curitiba (PR), a banda Mulamba reúne BNegão, Kaê Guajajara e Luedji Luna no segundo álbum de estúdio, Será só aos ares.
Gravado com produção musical orquestrada por Érica Silva e Leo Gumiero, o álbum Será só aos ares aporta nos aplicativos de música na próxima sexta-feira, 24 de junho, em edição do selo PWR Records.
Incorporando mais elementos de MPB ao rock que norteou a produção do primeiro álbum de estúdio do grupo feminino, Mulamba (2018), o disco Será só aos ares mixa os sons orgânicos com beats, synths e efeitos sintéticos.
Com 12 músicas, o álbum concilia sotaques e temas na pauta de repertório autoral. Se Samba pra nunca mais repele os relacionamentos tóxicos, Pachorra do dotô denuncia os males de sistema de saúde nem sempre acessível a todos.
Entre questões ambientais (assuntos de Bagatela e Barriga de peixe) e músicas banhadas em erotismo (Phoda e Lascívia), a banda Mulamba também reverbera em Mãe do corre e em Bença – faixa gravada com Luedji Luna – a prece materna pela proteção dos filhos no cotidiano violento.
A banda Mulamba é formada por Amanda Pacífico (voz), Cacau de Sá (voz), Caro Pisco (bateria), Érica Silva (voz e guitarra), Fer Koppe (violoncelo) e Naíra Debértolis (voz e baixo).
Capa do álbum ‘Será só aos ares’, da banda Mulamba
Leticiah Futata com arte de Yasmin Kalaf e Gabriel Rolim