Leo Bianchini aproveita pausa do grupo 5 a Seco para apresentar álbum solo


Programado para 1º de julho, single ‘Solto no mundo’ tem canto da Guiné e groove baseado em ritmos africanos que dialogam com o maculelê. ♪ Projetado como integrante do 5 a Seco, grupo no qual entrou para ocupar o lugar deixado vago com a saída de Dani Black, Leo Bianchini aproveita a pausa nas atividades do quinteto paulistano – desativado em 2019 para entrar em recesso por tempo indeterminado – para começar a apresentar o primeiro álbum solo, previsto para o segundo semestre de 2021.
O single que abre os trabalhos promocionais desse álbum, Solto no mundo, chega aos aplicativos de música na próxima quinta-feira, 1º de julho, com capa que enquadra foto de Raphael Franco na arte de Laura Sobral.
Solto no mundo é composição de Bianchini com Barão Di Sarno – habitual parceiro com quem o artista assinou há cinco anos o álbum Mundrungo (2016), primeiro trabalho fonográfico de Bianchini fora do 5 a Seco.
Capa do single ‘Solto no mundo’, de Leo Bianchini
Raphael Franco – Projeto Espécies
Composta quando Bianchini transitava entre São Paulo (SP) e Berlin (Alemanha), a música Solto no mundo foi gravada com a adesão do cantor africano Loupeta Sacko, artista natural de Conacri, capital da Guiné, e residente há mais de cinco anos na cidade de São Paulo (SP). Na gravação, Sacko entoa canto tradicional da Guiné chamado kakilambe e toca djembe, tambor originário da África ocidental.
Baseado em ritmos do oeste da África que dialogam com o maculelê do Brasil, o groove pop do single Solto no mundo exemplifica a influência africana que pauta parte do álbum solo de Bianchini, gravado em 2019, com músicas autorais como Ser será e Tum tum, e com produção musical dividida pelo artista com Pedro Altério e Tó Brandileone, integrantes do 5 a Seco.
Além de cantor, compositor e músico, Leo Bianchini – atualmente radicado em Portugal – é pesquisador musical, estudioso da percussão da África.