Justiça nega apelação de Johnny Depp e confirma veredito que permitiu chamá-lo de ‘espancador de esposa’


Corte inglesa encerrou o caso e inocentou jornal ‘The Sun’ por manchete que dizia que ator havia batido na ex-mulher, Amber Heard. Juiz considerou agressão comprovada. Johnny Depp e Amber Heard deixam tribunal após depoimentos nesta quinta-feira (16)
REUTERS/Hannah McKay
A justiça britânica negou nesta quinta-feira (25) a apelação de Johnny Depp de sua derrota em um caso de difamação julgado no ano passado após um artigo do tabloide “The Sun” chamá-lo de “espancador de esposa”. Na prática, a decisão encerra o caso e dá vitória ao jornal.
Andrew Nicol, juiz da Alta Corte, determinou que Depp agrediu violentamente sua ex-esposa Amber Heard durante o relacionamento de cinco anos do casal, fazendo-a temer pela própria vida em certas ocasiões.
A decisão veio depois de três semanas de audiências nas quais o tribunal ouviu acusações e contra-acusações impactantes de Depp, de 57 anos, e Heard, de 34, sobre rompantes de violência dos quais um acusa o outro.
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Depp, estrela de filmes como “Piratas do Caribe” e “Edward Mãos de Tesoura”, tinha ido a Londres para processar o jornal “The Sun” e um de seus jornalistas por causa de um artigo que afirmou que ele foi violento com Heard.
“Concluí que a grande maioria das supostas agressões do senhor Depp contra a senhorita Heard foram provadas”, disse o juiz.
Mais tarde, os advogados de Depp disseram que o veredicto é tão falho que seria ridículo ele não apelar.
Eles disseram ser “perturbador” que o juiz tenha se fiado no depoimento de Heard e rejeitado os indícios de policiais, seu ex-assistente e outras testemunhas que eles disseram terem minado os indícios de Heard.
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