Juba, filho de Alceu Valença, lança o primeiro álbum em novembro


Gravado no Recife, com produção musical de Júnior de Barro, o disco ‘Ethos’ apresenta repertório autoral. ♪ Em dezembro de 2017, Ceceu Valença – filho mais velho do cantor Alceu Valença – tentou a sorte como cantor, após 12 anos de atuação como baterista na banda do pai, com a edição do single Doce menina (Herbert Azzul).
Em junho do ano passado, foi a vez de Juba – nome artístico de Juliano Valença, outro filho de Alceu – lançar o primeiro single solo, Mulher de Ethos (2019), com gravação de xote-reggae composto por Juba com o guitarrista Eduardo Veras e gravado com mix de sanfona e sintetizadores.
Só que, a bem da verdade, Juba está em cena como cantor desde 2013, ano em que se lançou no mercado como vocalista da banda carioca Açucena, com a qual se apresentou até 2017.
Nascido no Recife (PE), mas criado na cidade do Rio de Janeiro (RJ), Juba vive entre Rio (RJ), Olinda (PE) e Recife (PE). Foi transitando nessa ponte musical que o cantor e compositor preparou o primeiro álbum solo, Ethos, programado para ser lançado em 13 de novembro pela gravadora Deck.
Capa do álbum ‘Ethos’, de Juba
Divulgação
Gravado no Fábrica Estúdios, no Recife (PE), com produção musical de Júnior do Barro (baterista da banda recifense Anjo Gabriel), o álbum Ethos tem repertório autoral. O disco foi mixado e masterizado por Buguinha Dub.
Com 11 músicas, o álbum Ethos sintetiza o conjunto da obra musical feita pelo artista ao longo dos últimos sete anos.
Além de Mulher de Ethos, o repertório inclui Coco das flores, música formatada em estúdio com colaborações de Viola Luz, um dos mestres do coco em Olinda (PE), e do guitarrista Paulo Rafael, em gravação que harmoniza cordas e violas sertanejas com linha melódica que evoca os aboios nordestinos. A faixa Coco das flores já pode ser ouvida em single editado na sexta-feira, 16 de outubro.
A intenção de Juba é, a partir da matriz musical nordestina, criar som de referências universais – proeza (bem) realizada pelo pai, Alceu Valença, desde a década de 1970.