Frankie Banali, baterista do Quiet Riot, morre aos 68 anos


Banda foi a primeira de heavy metal a liderar parada de álbuns da ‘Billboard’ nos EUA. Músico lutava contra câncer de pâncreas e também tocou em outros grupos, como o W.A.S.P. Frankie Banali, membro da formação clássica da banda Quiet Riot, durante show no Carioca Club, em São Paulo. Foto de novembro de 2016
Ale Frata/Código19/Estadão Conteúdo/Arquivo
Frankie Banali, baterista da banda de heavy metal Quiet Riot, morreu aos 68 anos, nesta quinta-feira (21). Em abril de 2019, o músico foi diagnosticado com câncer no pâncreas.
A banda divulgou um comunicado: “Ele travou uma batalha inspiradoramente corajosa por 16 meses até o fim e continuou a tocar ao vivo o máximo que conseguiu”. Segundo o grupo, ele morreu ao lado de sua esposa e da filha.
Nascido em Nova York, em 14 de novembro de 1951, o músico se mudou para Los Angeles nos anos 70. Após ser membro do New Steppenwolf, ele passou a tocar com o vocalista Kevin DuBrow.
A banda dele, Quiet Riot, havia dado uma pausa, depois que o guitarrista Randy Rhoads e o baixista Rudy Sarzo saíram para tocar com Ozzy Osbourne.
Após recomeçarem com outro nome, DuBrow, a banda mudou de novo o nome para Quiet Riot, a partir da formação com o baixista Chuck Wright e o guitarrista Carlos Cavazo, em 1982.
Clássico do heavy metal
O quarteto lançou o álbum “Metal Health” no início de 1983, incluindo “Cum On Feel the Noize” (cover do Slade) e “Metal Health (Bang Your Head)”.
Foi a primeira vez que um álbum de heavy metal chegou ao topo da parada de discos da revista americana “Billboard”. Foram mais de 6 milhões de cópias vendidas.
Nos anos 90 e 2000, a banda passou por idas e vindas, até a morte de DuBrow, em 2007. O último álbum do Quite Riot, “Hollywood Cowboys”, foi lançado em 2019.
Banali também tocou com outras bandas como o W.A.S.P., Faster Pussycat e Heavy Bones.