França aperta regras contra Covid-19 em museus e cinemas


Visitantes só poderão entrar nos lugares com documentos que comprovem vacina ou teste negativo. Antes, medida era obrigatória apenas em festivais e casas noturnas. Pessoas com passes de saúde esperam para entrar no Museu do Louvre, em Paris, nesta quarta-feira (21)
Reuters/Sarah Meyssonnier
Visitantes de museus, cinemas e piscinas na França só poderão entrar a partir desta quarta-feira (21) se apresentarem documentos que provam que foram vacinados contra a Covid-19 ou que recentemente tiveram um teste negativo.
O passe de saúde, antes exigido apenas para festivais de larga escala ou para casas noturnas, também será exigido a partir de agosto para entrar em restaurantes e bares e para trens de longa distância ou viagens de avião.
As autoridades tentam diminuir a disseminação do vírus e encorajar as pessoas a receberem a vacina.
“Eu estava muito brava… não fazia ideia”, disse Nelly Breton, 51, após ser barrada no Museu do Louvre, em Paris.
“Mas então eu me acalmei e entendi que havia motivos sanitários”, disse, acrescentando que procuraria uma farmácia para fazer um teste rápido de Covid.
Servane de Landsheer, chefe de segurança do museu, disse que a primeira manhã de checagens do passe de saúde estava andando bem, com a maioria dos visitantes portando o documento. Os que não o tinham concordaram em fazer um rápido teste de Covid.
A introdução do passe de saúde –um código QR no smartphone ou em um pedaço de papel– tem sido muito controverso na França, gerando protestos ao redor do país.
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