Estudantes tomam as ruas de todo o país contra os cortes na Educação

UNE (União Nacional do Estudantes) e Ubes (União Brasileira dos dos Estudantes Secundaristas) convocaram atos em 150 cidades do país e no exterior contra os cortes de verbas para a Educação, que atingem as universidades federais e pesquisa. Este é o segundo ato contra o contingenciamento do Ministério da Educação

Manifestantes se reúnem no Largo da Batata, em São Paulo, desde às 16h. O grupo segue para o Masp (Museu de Arte de São Paulo) na avenida Paulista, onde é prevista uma concentração maior

Caminhada em São Paulo conta com a participação de estudantes, professores, integrantes de movimentos sociais e de centrais sindicais. A Polícia Militar não informa o número de manifestantes presentes no ato

O ponto de partida para este segundo ato em defesa da Educação, no Rio de Janeiro, é a Cinelândia, no centro da cidade. Desde o primeiro protesto, diversas universidades federais e institutos realizaram aulas públicas como forma de protesto contra os cortes feitos pelo Ministério da Educação

Salvador reuniu, de acordo com a UNE, 50 mil pessoas. Em muitos cartazes, os manifestantes pediam a manutenção de verbas para a pesquisa e a defesa da UFBA (Universidade Federal da Bahia)

Manifestantes se reúnem na Rua da Aurora, no centro do Recife em ato em defesa das universidades e institutos federais

Curitiba, os atos estão concentrados na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), manifestantes se concentraram no local durante o dia e uma concentração maior está prevista a partir das 18h

O centro de Teresina, no Piauí, foi tomado por estudantes que são contra os cortes de recursos que atingem as universidades federais

Em Brasília, o protesto começou por volta das 10 horas no Museu Nacional, área central da capital. O grupo formado por estudantes, professores e profissionais ligados a sindicatos de trabalhadores seguiu até o prédio do MEC (Ministério da Educação)

Ministério da Educação está com escolta da Polícia Militar e da Força Nacional nesta quinta-feira, devido aos atos contra os cortes de verba na Educação