Chuck Close, pioneiro do fotorrealismo, morre aos 81 anos


Nascido em 1940, artista se tornou famoso por seus retratos gigantes e obras com personalidades como o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, o compositor Philip Glass e a lenda do rock Lou Reed. Em imagem de novembro de 2006, Chuck Close aparece em exibição de fotografias em galeria de Nova York
Bryan Bedder / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP
O pintor e fotógrafo americano Chuck Close, famoso por sua pintura fotorrealística, morreu nesta quinta-feira (19), aos 81 anos, informou a imprensa americana.
Seu advogado confirmou a morte ao jornal “New York Times”. Causa da morte não foi informada.
Nascido em 1940, no estado de Washington, Close se tornou famoso por seus retratos gigantes ou autorretratos, alguns dos quais eram mosaicos e outros eram tão detalhados que, à primeira vista, pareciam fotos. Entre os retratados estão personalidades como o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton, o compositor Philip Glass e a lenda do rock Lou Reed.
Com exposições em grandes museus, como MoMA e Guggenheim, suas obras também enfeitaram o metrô de Nova York.
Em 2017, várias mulheres relataram à imprensa americana que Close, que estava em cadeira de rodas, pedia a elas que se despissem, aproximava-se delas de forma imprópria o fazia comentários inadequados quando as mesmas visitavam seu estúdio.
Após as denúncias, a Galeria Nacional de Arte de Washington cancelou uma exposição de sua obra, mas outros museus ao redor do mundo continuaram exibindo suas enormes pinturas.
Close negou as acusações, que surgiram em meio a uma onda de denúncias de má conduta sexual em vários setores da sociedade americana.
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