Lenine reforça a conexão com o pianista Amaro Freitas em ‘Vivo’


O cantor Lenine com o pianista Amaro Freitas em gravação feita em fevereiro de 2018
Flora Pimentel / Divulgação
♪ Em fevereiro de 2018, quando Lenine deu forma ao projeto audiovisual Em trânsito em gravação feita em casa de shows da cidade do Rio de Janeiro (RJ), o artista de origem pernambucana convidou o pianista conterrâneo Amaro Freitas para participar do registro do então inédito espetáculo.
Quase três anos depois da gravação, Lenine reforça a harmoniosa conexão musical com Amaro, um dos músicos mais celebrados recentemente no universo do jazz. Lenine e Amaro Freitas lançam o disco Vivo na quinta-feira, 3 de setembro.
Capa de ‘Vivo’, disco de Lenine e Amaro Freitas
Reprodução

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Bruna Caram dá voz ao afeto e à luta de Gonzaguinha em show que gera disco em 2021


♪ Compositor carioca que construiu obra fortemente engajada, mas que aos poucos tingiu esse cancioneiro com tons românticos sem perder a politização, Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991) – o Gonzaguinha – é um dos autores preferidos dos cantored do Brasil.
Emílio Santiago (1946 – 2013) e Selma Reis (1958 – 2015), por exemplo, chegaram a dedicar discos ao repertório do compositor de Grito de alerta (1979) e Sangrando (1980), entre outras grandes músicas dos anos 1970 e 1980.
A cantora e compositora paulista Bruna Caram engrossa o time de intérpretes do compositor com o projeto Afeto e luta – Bruna Caram canta Gonzaguinha. Trata-se de show inédito que gera futuramente o próximo álbum da artista, previsto para ser lançado, em princípio, em abril de 2021 – mês em que a morte de Gonzaguinha completará 30 anos.
Estruturado por Jean Wyllys, o roteiro do show – a rigor, uma live programada para as 20h da próxima sexta-feira, 4 de dezembro, no canal de Caram no YouTube – alterna canções amorosas com músicas que versam sobre justiça social.
Show e futuro disco serão feitos sob a direção musical do violonista Norberto Vinhas. Eu nem ligo (1975), Diga lá, coração (1978), Viver, amar, valeu (1982) e É (1988) são músicas previstas no roteiro da live que dará origem ao disco de Bruna Caram.
“Quando comecei a ensaiar (as músicas de) Gonzaguinha, tive medo, me senti uma cantorinha impostora fazendo a 57ª versão de músicas conhecidas demais. Me debati. Questionei. Quase arrependi. Mas enfrentei. No primeiro ensaio geral, saí gritando e pulando de alegria. Estava começando a encontrar o lugar da obra de Gonzaguinha em mim. Voltar ao meu lugar de intérprete é um abismo e um prazer”, avalia Bruna Caram em texto escrito em rede social.

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