BRF tem prejuízo líquido de R$ 113 milhões em operações continuadas no 1º tri


Já o prejuízo líquido societário atingiu R$ 1,012 bilhão, afetado por uma baixa contábil de R$ 863 milhões referente à venda dos ativos da Argentina. Logo da BRF, em São Paulo
Reuters/Paulo Whitaker
A BRF, maior processadora de frango do país, encerrou o primeiro trimestre com prejuízo líquido de R$ 113 milhões nas operações continuadas, reduzindo a perda em relação ao mesmo período de 2018, quando teve resultado negativo de R$ 133 milhões, conforme dados divulgados nesta sexta-feira (10).
O prejuízo líquido societário, contudo, atingiu R$ 1,012 bilhão, um salto em relação à perda de R$ 62 milhões um ano antes, afetado essencialmente por uma baixa contábil de R$ 863 milhões referente à venda dos ativos da Argentina.
Já a receita líquida cresceu 4,7% na comparação anual, para R$ 7,359 bilhões.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado ficou positivo em R$ 748 milhões nos primeiros três meses deste ano, alta de 9,3% frente ao primeiro trimestre do exercício anterior.