Bovespa opera em forte queda, pressionada por cenário externo e com noticiário corporativo intenso

No dia anterior, o Ibovespa subiu 1,28%, aos 95.596 pontos. China diz que está pronta para guerra comercial com EUA
O principal indicador da bolsa paulista, a B3, opera em queda nesta quinta-feira (9), acompanhando o viés nos mercados acionários no exterior após nova escalada nas tensões comerciais entre Estados Unidos e China, com uma bateria de notícias corporativas domésticas também repercutindo nos negócios.
Às 10h54, o Ibovespa caía 1,47%, aos 94.193 pontos. Veja mais cotações.
Por volta do mesmo horário, as ações da Petrobras subiam mais de 1%. Os bancos Itaú Unibanco, Bradesco e Vale também recuavam ao redor do mesmo patamar.
As maiores baixas do pregão eram do Grupo Pão de Açúcar (queda de mais de 4%) – o controlador Casino anunciou que estuda diferentes opções estratégicas na América Latina-, CSN e Braskem (quedas de mais de 3%).
No dia anterior, o Ibovespa subiu 1,28%, aos 95.596 pontos. Entre as maiores altas, a ação preferencial da Petrobras avançou 3,87%, após a companhia anunciar na véspera lucro de R$ 4,03 bilhões no primeiro trimestre. Entre as quedas, Vale recuou 1,41%, depois de informar queda de 22% nas vendas no 1º trimestre, em meio aos cortes de produção decorrentes do impacto da tragédia de Brumadinho.
Fora do Ibovespa, a ação ordinária da Taurus subiu 17,57%, e a preferencial avançou 23,51%, após decreto do presidente Bolsonaro que facilita a venda de armas e munições no país.