Volta às aulas no segundo semestre: a situação nas capitais


Em alguns locais, atividades presenciais serão retomadas pela primeira vez desde o início da pandemia, ainda que de forma parcial. Veja o que se sabe sobre as redes pública e particular nos ensinos infantil, fundamental e médio. Funcionários da prefeitura de Curitiba fazem limpeza es nas escolas em julho, antes da volta às aulas.
Divulgação/Prefeitura de Curitiba
O início do segundo semestre do ano letivo nas capitais vai coincidir, em alguns locais, com a retomada das atividades presenciais.
É o caso do Distrito Federal, onde a rede pública reabre as portas em 2 de agosto para todo o ensino básico (infantil e fundamental) pela primeira vez desde março de 2020; e no Recife, onde a rede municipal também passa a ter aulas presenciais pela primeira vez desde o início da pandemia– até então, apenas as unidades estaduais e privadas funcionavam dessa forma.
Em Belo Horizonte, o segundo semestre começa em agosto, e as aulas presenciais nas redes municipal, estadual e privada estão autorizadas apenas para alunos da educação infantil e do ensino fundamental, na capital. O retorno dos estudantes do ensino médio às escolas depende da melhora dos indicadores da Covid-19 e não tem data para ocorrer.
Em Goiânia, o segundo semestre também vai coincidir com a volta às aulas presenciais – ainda que de forma parcial, com parte das atividades online – pela primeira vez desde o início da pandemia para os estudantes das escolas públicas. As particulares já funcionavam nesse esquema.
Veja, abaixo, o que se sabe sobre o retorno em cada capital.
Aracaju
Belém
Belo Horizonte
Boa Vista
Brasília
Campo Grande
Cuiabá
Curitiba
Florianópolis
Fortaleza
Goiânia
João Pessoa
Macapá
Maceió
Manaus
Natal
Palmas
Porto Alegre
Porto Velho
Recife
Rio Branco
Rio de Janeiro
Salvador
São Luís
São Paulo
Teresina
Vitória