Uber cortará 3.700 empregos e salário do presidente da empresa


Medidas serão tomadas pela queda na demanda pelos serviços, causada pela pandemia do coronavírus. UBER: Lei de Chicago exige que empresas divulguem dados sobre tarifas em corridas e permitiu uma análise que mostrou aumento no valor das tarifas em corridas compartilhadas.
Mike Blake/Reuters
A Uber anunciou nesta quarta-feira (6) que cortará cerca de 3.700 empregos e o presidente-executivo Dara Khosrowshahi renunciará ao seu salário-base pelo restante do ano. As medidas ocorrerão pelo impacto da pandemia do coronavírus.
A empresa disse que as demissões incluem equipes de suporte e captação de clientes e espera gastar cerca de US$ 20 milhões em custos de indenizações e encargos relacionados.
A Uber e a rival Lyft suspenderam suas perspectivas financeiras para o ano, uma vez que a demanda por serviços de transporte de aplicativos caiu drasticamente em todo o mundo após governos imporem medidas de isolamento social para conter a transmissão da Covid-19.
Como a Uber é mais diversificada do que a Lyft, pode se apoiar em parte nos seus negócios de entrega de alimentos.
A Lyft divulgará seus resultados trimestrais nesta quarta, e a Uber deverá reportar seu balanço nesta quinta-feira (7).
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