São Paulo confirma segundo caso de sarampo após 4 anos sem registro

A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola

A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A capital paulista confirmou nesta sexta-feira (5) o segundo caso de sarampo este ano, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. São Paulo não registrava ocorrência da doença desde 2015.

Ambos os casos são considerados importados, ou seja, contraídos fora da cidade, de acordo com a pasta. O primeiro, da Noruega, e o segundo, de um navio oriundo de Malta, ambos países do continente europeu.

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Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a Europa teve um aumento de 400% nos casos da doença.

A secretaria informou que realizou 35 ações de bloqueio até 23 de março devido a casos suspeitos de sarampo em São Paulo. As ações de bloqueio consistem em mobilizar pessoas que tiveram contato com casos suspeitos para que se vacinem.

A cobertura vacinal em crianças de 1 ano, mais vulneráveis, ficou acima dos 95% em 2018 e, no primeiro bimestre de 2019, está em 97,76%, segundo a pasta.

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A única forma de se proteger contra o sarampo é tomando a vacina. O esquema vigente do Ministério da Saúde para crianças é o de uma dose da tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) ao 1 ano de idade e uma da quadrupla viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) ao 1 ano e 3 meses de idade.

Para quem não se vacinou no período, a tríplice viral é oferecida gratuitamente em duas doses até os 29 anos ou em uma dose dos 30 aos 49 anos. Os demais podem recorrer às clínicas privada.

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