Ronnie Tutt, baterista de Elvis Presley e Johnny Cash, morre aos 83 anos


Tutt também tocou com outros grandes nomes da música americana, viajando com a banda de Neil Diamond e gravando e tocando com Kenny Rogers, Elvis Costello e Michael McDonald, entre outros. Ronnie Tutt, baterista de Elvis Presley e Johnny Cash, morre aos 83 anos
Reprodução/Facebook/Terie Tutt
Ronnie Tutt, o lendário baterista que passou anos tocando ao lado de Elvis Presley e se juntou a outras estrelas que vão de Johnny Cash a Stevie Nicks, morreu aos 83 anos, nos Estados Unidos.
Sua filha Terie Tutt escreveu em uma rede social que seu pai morreu em casa, cercado por sua família. “É com profunda tristeza que minha família e eu compartilhamos a perda de nosso amado pai”.
Tutt tocou bateria para Elvis de 1969 até 1977 com a TCB Band. Ele se juntou à banda montada por James Burton para a estreia de Elvis, em 1969 em Las Vegas, e permaneceu com ele até a sua morte, em 1977.
“Além de ser um baterista lendário, ele era um bom amigo para muitos de nós aqui em Graceland”, afirmou o grupo Elvis Presley Enterprises em um comunicado.
“Ronnie foi um embaixador incrível para o legado de Elvis — compartilhando suas memórias de trabalhar com Elvis com os fãs — bem como levando a música de Elvis para arenas ao redor do mundo por meio de shows e apresentações de Elvis em concertos posteriores”, afirmou o grupo.
Outras estrelas
Além de Elvis, Tutt tocou com alguns dos maiores nomes da música americana, viajando com a banda de Neil Diamond e gravando e tocando com Johnny Cash, Nicks, Glen Campbell, Kenny Rogers, Elvis Costello e Michael McDonald, entre outros.
“Tive o privilégio de dividir o palco com Ronnie por mais de 40 anos”, tuitou Diamond. “Ele foi realmente um dos maiores nomes do Rock and Roll. Deus te abençoe, Ronnie. Dê os meus cumprimentos a Elvis. Nós te amamos”.
Tutt disse em uma entrevista em 2018 que sua profissão era fazer “algo que é quase mais importante do que você”. “Você está contribuindo para que as pessoas se divirtam, sejam felizes”.
“É importante perceber que é um período de tempo muito curto na vida de uma pessoa — seja um dia ou um show de duas horas ou o que for —, a música que você tocou, contribuiu e esteve envolvido significa muito mais para alguém do que você pode imaginar “, disse o baterista na entrevista.