Risco de contaminação pelo consumo de pescados que tiveram contato com manchas de óleo no litoral sergipano é considerado mínimo, aponta análise

Adema confirma que monitoramento das manchas continua sendo realizado. Na manhã desta quinta-feira (13) foi apresentado o resultado da análise, realizada pela Universidade Federal de Sergipe e pelo Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS), do composto de água e pescados de estuários atingidos pelas manchas de óleo. Somente em Sergipe foram recolhidas mais de 1.200 toneladas da substância.
De acordo com a análise, o risco de contaminação para quem consumiu pescado de estuários de Sergipe onde havia o óleo é mínimo. “Inicialmente não temos dano relacionado a saúde da população. O risco provocado pelo derramamento de óleo é ambiental, e isso será avaliado com o tempo”, explicou o químico, Silvanio Costa.
Apesar do volume de óleo que atingiu o litoral sergipano ter diminuído, desde a última semana a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) registra o retorno da substância em alguns pontos.
Esse óleo que estamos encontrando é antigo, que foi soterrado e agora por conta das altas marés ele está sendo escavado naturalmente e está ressurgindo. Encontramos em Estância, mas estamos realizando o monitoramento em outras localidades”, explicou o analista ambiental da Adema, Antonelle Morais.
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