Djalma Limongi, produtor teatral, morre no Rio de Janeiro

Figura importante na noite carioca, ele também era relações públicas do restaurante La Fiorentina. Morreu na tarde desta terça-feira (31) no Rio o produtor teatral Djalma Limongi. Ele tinha 70 anos e foi vítima de complicações de uma pancreatite.
Djalma trabalhou em importantes produções teatrais nos anos 70. Depois disso, participou de empreitadas de sucesso de Nelson Motta, como a boate Dancing Days e a série de shows Noites Cariocas.
Limongi também era relações públicas do restaurante La Fiorentina, um dos mais tradicionais do Rio.

Com 480 toneladas de lixo despejadas diariamente, trecho do Rio Tietê no interior tem espuma e mau cheiro


Estiagem em São Paulo aumenta a concentração de poluentes nas corredeiras, segundo especialista. Estiagem em São Paulo afeta um dos mais importantes rios do estado
O nível do Tietê baixou quatro metros, em Salto (SP), cidade cortada pelo rio, no interior de São Paulo. Com o volume de água menor, o Tietê concentra ainda cerca de 480 toneladas da poluição despejada diariamente na grande São Paulo.
Uma espuma se forma depois que a água passa pelas corredeiras e barragens para geração de energia. No período do inverno, ela demora mais para se dissipar. Em um ponto de Cabreúva (SP), não dá para ver a cor da água.
“Vem da concentração de todos os poluentes e detergentes. Toneladas destes produtos que são usadas por mais de 20 milhões de pessoas na região metropolitana dão neste resultado”, explica Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas SOS Mata Atlântica.
Na época de estiagem, como a que a região passou nas últimas semanas, as pedras voltaram a aparecer, uma cena que não era vista desde 2014, ano de uma das maiores estiagens da história no Estado de São Paulo.
“A gente sente o cheiro da espuma, do mau cheiro que vem dele [rio]”, diz o fotógrafo João Luiz Bianco.
“Acaba irritando, acaba pegando até mesmo o sistema respiratório de quem tem alergia, porque é uma poluição”, completa o também morador da região Allan Rossi.
Segundo um levantamento da Fundação SOS Mata Atlântica, no trecho entre Cabreúva e Salto, onde o índice ficava entre regular e ruim, agora está péssimo. A água não tem oxigênio e o rio está morto, esperando a chuva voltar.
Rio Tietê, em Salto, apresenta grande quantidade de espuma nas corredeiras
Reprodução/TV TEM
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