Grupo rouba comércio e troca tiros com a PM em Maravilhas; um envolvido morre

Crime foi no Povoado de Chácara. Outros quatro envolvidos no crime não foram encontrados. Um rapaz de 20 anos morreu após trocar tiros com a Polícia Militar (PM) em Maravilhas, nesta terça-feira (1º). Segundo a PM, ele e pelo menos outras quatro pessoas estavam envolvidas em um roubo a comércio no Povoado de Chácara.
A PM foi chamada pelo dono do comércio, que disse ter sido roubado por um grupo armado. Do local, os ladrões levaram o dinheiro do caixa e garrafas de água mineral. Eles roubaram ainda os celulares e as motos de dois clientes do comércio.
Durante rastreamento no povoado, policiais militares de Papagaios localizaram o grupo em atitude suspeita. Ao tentar a abordagem, os criminosos fizeram disparos contra os militares, que revidaram.
Durante a troca de tiros, quatro dos criminosos abandonaram as motocicletas e fugiram a pé. Segundo os policiais, quando conseguiram se aproximar dos veículos localizaram o jovem caído no chão com um tiro na cabeça.
Ele não resistiu ao ferimento e morreu no local. Ainda segundo a polícia, ele é natural de Pará de Minas. Até a publicação desta matéria, a PM ainda não tinha localizado os outros envolvidos.

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Macron diz não saber se Trump manterá acordo nuclear do Irã

'Não sei o que Trump decidirá no dia 12 de maio'

‘Não sei o que Trump decidirá no dia 12 de maio’
Reuters/Eric Feferberg/26.4.2018

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse nesta quarta-feira (2) que não sabe se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá se ater ao acordo nuclear firmado em 2015 com o Irã, que muitos no Ocidente veem como a melhor esperança de impedir Teerã de obter uma bomba nuclear.

Macron visitou Washington na semana passada na esperança de persuadir Trump a não reinstaurar sanções contra o Irã e colocar o acordo em risco, mas a Casa Branca não pareceu convencida.

Segundo o acordo, Teerã concordou em limitar seu programa nuclear em troca da suspensão das sanções dos EUA e outras punições econômicas. O acordo foi assinado por China, EUA, França, Reino Unido, Rússia, Alemanha e Irã.

“Não sei se o que o presidente dos EUA decidirá no dia 12 de maio”, disse Macron a repórteres em Sydney depois de se reunir com o primeiro-ministro, Malcolm Turnbull, durante uma visita rara de um presidente da França à Austrália.

Na terça-feira, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o acordo para limitar o desenvolvimento iraniano de armas nucleares foi acertado sob pretextos falsos porque o programa nuclear do regime estava mais avançado do que este indicou à época.

Macron disse ter abordado a ideia de um acordo muito mais amplo com Trump, o que foi recebido “muito positivamente”.

“Só quero dizer que, seja qual for a decisão, teremos que preparar uma negociação tão mais ampla e um acordo mais amplo porque acho que ninguém quer uma guerra na região, e ninguém quer uma escalada em termos de tensão na região”, acrescentou Macron.

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