Ceará imunizou 15% do público alvo em duas semanas de campanha contra a gripe


O estado com maior cobertura vacinal até o momento é Goiás, que imunizou 53,8% da população estimada. Ceará tem a quarta maior cobertura vacinal do país
Reprodução
O primeiro levantamento da campanha contra a gripe, lançada no Ceará no último dia 19 de abril, mostra que 15% do público alvo foi imunizado no estado até esta sexta-feira (4). Conforme balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, cerca de 4,7 milhões de pessoas foram vacinadas em todo o país até 27 de abril.
No Ceará, a população alvo é de 1.903.955 pessoas, destas, 15% foram vacinadas, sendo a quarta maior cobertura vacinal do país. Ao todo, 288.336 doses foram aplicadas no território cearense.
O estado com maior cobertura vacinal até o momento é Goiás, que imunizou 53,8% da população estimada.
Na primeira semana de campanha nacional, 9% (3,9 milhões) da população do grupo prioritário recebeu a vacina contra gripe.
A expectativa do Ministério da Saúde é vacinar 54,4 milhões de pessoas no Brasil até 1º de junho. Destas, 43 milhões são idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto), que estão no grupo prioritário.
Dia D
No dia 12 de maio acontece o Dia D de mobilização. De acordo com o Ministério, 65 mil postos de vacinação de todos os estados ficarão abertos para intensificar a vacinação nesse dia.
Ainda conforme o Ministério, a vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença. A dose protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS): influenza A H1N1; A H3N2 e influenza B.

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Ataque químico na Síria: investigadores concluem missão


Capacetes Brancos/Divulgação via Reuters/7.4.2018

A Opaq (Organização para a Proibição das Armas Químicas) concluiu nesta sexta-feira (4) sua missão de investigação em Douma, cidade síria que teria sido alvo de um ataque com substâncias tóxicas no último dia 7 de abril.

O fim do inquérito foi anunciado pelo Ministério da Defesa da Rússia, principal aliada do regime de Bashar Al-assad e que diz que o suposto bombardeio químico foi uma “armação” dos grupos rebeldes.

“Agora esperamos que a Opaq publique um relatório com os resultados do trabalho dos especialistas”, disse um porta-voz da pasta.

Moscou garante ter dado “amplo acesso” aos inspetores da entidade, que tiveram “tempo suficiente para completar sua missão”.

Visita a apartamentos e laboratório

Em Douma, os especialistas da Opaq visitaram dois apartamentos onde teriam sido usados agentes tóxicos, um laboratório e um depósito, além de um hospital onde estão internadas supostas vítimas.

Os inspetores da entidade vencedora do Nobel da Paz entraram na cidade apenas no dia 21 de abril, duas semanas após o suposto ataque e após acusações mútuas entre Estados Unidos e Rússia de obstrução ao trabalho dos investigadores.

A ação em Duma teria deixado 70 mortos e motivou um bombardeio de Estados Unidos, França e Reino Unido contra alvos do regime.

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