Preço da cesta básica tem aumento em Porto Velho; pão é o item com maior alta, 8,43%


Na contramão, feijão e banana são produtos que tiveram queda no preço. Levantamento dos preços é referente ao mês de março em comparação a fevereiro; dados foram divulgados pelo PET da Unir. Pão ficou mais caro no mês de março, em Porto Velho
Reprodução EPTV
O preço da cesta básica teve aumento de 1,87% em março no comparado com fevereiro, em Porto Velho. Segundo dados disponibilizados pelo Programa de Educação Tutorial (PET), do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), o pão foi o item da cesta que registou a maior alta, 8,43%.
Em compensação, o feijão, açúcar e a banana fecharam o mês de março com diminuição no preço. O maior índice de queda foi registrado no preço do feijão (-11,70%). O motivo dessa baixa aparente não foi divulgado pelo PET/Unir.
Feijão foi um dos produtos da cesta básica, em Porto Velho, que registrou queda no preço, segundo o PET/Unir
Divulgação
Em valores reais, segundo o estudo, o preço da cesta básica nos supermercados de Porto Velho custa atualmente R$ 318, 46. Em fevereiro, a cesta custava R$ 312, 62. No acumulado dos três primeiros meses do ano, o registro é de queda no valor da cesta (-1,67%).
Produtos com aumento no preço:
Produtos que tiveram queda no preço
Segundo a Unir, os doze produtos que compõem a cesta básica são pesquisados em diversos estabelecimentos comerciais da cidade de Porto Velho. A pesquisa é feita a partir de metodologia similar à utilizada pelo Dieese, que faz a pesquisa em outras capitais brasileiras.

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Crivella regulamenta aplicativos de transporte no Rio

Crivella assinou decreto que regulamenta aplicativos

Crivella assinou decreto que regulamenta aplicativos
Edvaldo Reis/Prefeitura do Rio

Marcelo Crivella (PRB), prefeito do Rio de Janeiro, assinou um decreto, publicado no Diário Oficial do Município nesta quinta-feira (12), que regulamenta o serviço de transporte individual de passageiros por aplicativos, como Uber e Cabify.

De acordo com a prefeitura, o decreto determina que as empresas que oferecem esse serviço devem repassar ao governo municipal um percentual do valor das viagens cobradas pelos motoristas. Parte desse dinheiro será investido no aplicativo Taxi.Rio, da prefeitura.

Segundo o prefeito, um dos motivos para regulamentar o serviço é a geração de empregos, já que atualmente, cerca de 100 mil motoristas estão cadastrados nesses aplicativos em todo o Estado, sendo grande parte na região metropolitana.

— Depois de um amplo debate com a sociedade, com a categoria, com os procuradores e também com os técnicos da Prefeitura, a cidade do Rio de Janeiro está regulamentando o uso de aplicativos para transporte de passageiros. São milhares de cariocas que estão sustentando suas famílias com essa atividade. Eu desejo a todos muito sucesso.

A prefeitura informou que o percentual que será repassado ainda deve ser fixado e estará em uma resolução a ser publicada dentro de um mês. Com a medida, o município espera arrecadar cerca de R$ 20 milhões por ano.

Ainda de acordo com a prefeitura, o decreto também determina que as empresas terão que apresentar ao município um cadastro dos veículos e motoristas que fazem o serviço. Os condutores também precisarão comprovar que possuem bons antecedentes criminais e vão passar por um curso específico, ministrado por instituição credenciada pela SMTR (Secretaria Municipal de Transportes), entre outras obrigações. As empresas terão 180 dias para se adaptarem às novas exigências.

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