Com ajuda de cão, polícia encontra estufa com pés de maconha em Florianópolis


Droga foi apreendida no bairro Rio Vermelho, no Norte da Ilha, na manhã desta quinta. Maconha foi apreendida em Florianópolis
Polícia Civil/Divulgação
A Polícia Civil apreendeu na manhã desta quinta-feira (11) pés de maconha em uma estufa em Florianópolis. Segundo a Central de Investigação do Norte da Ilha (CINI), a droga estava em uma casa no bairro Rio Vermelho.
Para identificar o local, a polícia contou com o apoio de um cão farejador da Guarda Municipal, que encontrou a plantação. Ao todo, foram apreendidos 12 pés de maconha.
A casa já era alvo de investigação da CINI. Ainda segundo a Polícia Civil, o proprietário da casa assinou um termo circunstanciado e será investigado em um inquérito policial.
Droga foi apreendida em estufa no Norte da Ilha
Polícia Civil/Divulgação
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Clínicas de reabilitação clandestinas são interditadas em Uberaba


Interdições foram feitas no Bairro Boa Vista e nas proximidades da BR-050 durante a Operação ‘Mundo Sombrio’. Pacientes passaram por atendimento médico e foram transferidos; responsáveis pelas clínicas ainda não foram encontrados. Internos ficavam em cômodos sem estrutura adequada
Polícia Civil/Divulgação
Duas clínicas de reabilitação clandestinas – uma no Bairro Boa Vista e a outra nas proximidades da BR-050 – foram interditadas em Uberaba nesta quarta-feira (10). As interdições ocorreram durante a Operação “Mundo Sombrio”, que foi desencadeada pela Polícia Civil e teve o apoio de equipes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Seds).
Após denúncia, a Polícia Civil encontrou os internos sozinhos, sem acompanhamentos de profissionais nos dois endereços. Vários remédios de uso controlado também foram apreendidos em um dos locais.
De acordo com o psicólogo Sérgio Henrique Marçal, diretor de Atenção Psicossocial, foram encontrados nos dois endereços 16 pacientes acumulados em espaços mínimos e sem nenhum tipo de estrutura adequada.
“Os pacientes eram, infelizmente, na grande maioria pessoas que já retiramos anteriormente em agosto. Por isso constatamos que a família também é conivente, mesmo sabendo que o serviço prestado pelo local é clandestino e irregular eles voltam a submeter o familiar a este tipo de situação. Internações involuntárias, segundo a lei, só podem ser feitas mediante laudo médico, o que não existia em relação a nenhum paciente. Todos estavam medicados sem prescrições, com alimentação irregular e até dormindo no chão”, explicou Sérgio Marçal.
Todos os internos foram cadastrados pelas equipes da Saúde Psicossocial e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Seds) e, depois de passarem por avaliação médica, foram encaminhados aos serviços de tratamento do Caps. Os pacientes que são de outros municípios devem ser entregues para os familiares nas cidades de origem.
Ainda de acordo com a polícia, os dois responsáveis dessas clínicas são os mesmos da unidade no Residencial Portal do Sol, que havia sido fechada no início de agosto e é investigada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Nenhum deles foi encontrado até o momento, segundo o delegado Gustavo Anai. “Já havia um inquérito com outras denúncias e a investigação continua”, afirmou o delegado.
Denúncias de que ocorriam tortura, cárcere privado e maus-tratos nesses dois locais também serão investigadas.
Remédios de uso controlado foram apreendidos em uma das clínicas
Polícia Civil/Divulgação
Outros casos
Esse ano, outras clínicas para tratamento de dependentes químicos foram fechadas em Uberaba. O MPMG abriu procedimentos para acompanhar o funcionamento dessas instituições.
A promotora Cláudia Alfredo Marques Carvalho disse que os familiares sabem da proibição da atividade e que, “mesmo assim esses familiares continuam devolvendo as pessoas vulneráveis a esta pessoa. Portanto também vamos responsabilizar as famílias por esse abandono dos familiares em um ambiente totalmente irregular e inadequado”, afirmou.