Atriz de ‘Glee’, Naya Rivera, desaprece durante passeio de barco nos EUA


Ela nadou com o filho de 4 anos em lago na Califórnia e não voltou ao barco. Naya Rivera em foto do dia 18 de novembro
Joshua Blanchard/Getty Images for Alliance of Moms/AFP
A atriz Naya Rivera, de 33 anos, que estrelou seis temporadas da série “Glee”, é considerada desaparecida desde a noite desta quarta-feira (8). A americana sumiu após um passeio de barco no Lago Piru, na Califórnia.
Equipes de resgate seguem à procura da atriz, informou a polícia local.
Naya alugou um barco por volta das 13h, e saiu para navegar com o filho de 4 anos.
Segundo o xerife do condado de Ventura, Eric Buschow, a atriz chegou a nadar no lago com o menino.
Buschow disse que o garoto voltou ao barco depois de nadar, mas sua mãe não o seguiu. O menino foi encontrado dormindo no barco sozinho.
Buschow informou que mergulhadores participam nesta quinta (9) da operação de buscas.
Naya Rivera em ‘Glee’
Divulgação
Naya Rivera começou a atuar aos 4 anos na comédia da CBS “The Royal Family”. Ela fez participações especiais em vários programas, incluindo “Um Maluco no Pedaço” e “Baywatch”.
Em “Glee’, Naya interpretou uma líder de torcida e apareceu em 113 episódios da série.

Please enter banners and links.

ONU prevê temperaturas mais altas até 2024

Temperatura média do planeta em cada ano, entre 2020 e 2024, será pelo menos 1°C maior que a era pré-industrial, com picos prováveis superiores a 1,5°C. A temperatura média do planeta em cada ano entre 2020 e 2024 será pelo menos 1°C maior que a era pré-industrial, com picos prováveis superiores a 1,5°C, informou a ONU nesta quinta-feira (9).
De acordo com as novas previsões meteorológicas publicadas pela Organização Meteorológica Mundial (OMM), durante o período 2020-2024, quase todas as regiões, exceto algumas áreas oceânicas do sul, terão temperaturas mais altas do que as atuais.
As condições climáticas serão mais úmidas do que nos últimos anos nas altas latitudes do planeta e no Sahel e provavelmente mais secas no norte e leste da América do Sul.
Ventos mais fortes a oeste ocorrerão no norte do Atlântico Norte, causando mais tempestades na Europa Ocidental.
Devido às atividades humanas, o planeta já ganhou pelo menos 1°C desde os anos 1850-1900, e as catástrofes climáticas se multiplicaram. Os últimos cinco anos foram os mais quentes já registrados.
A temperatura média global deve permanecer acima de pelo menos 1°C até 2024, de acordo com a OMM. E a probabilidade de exceder os níveis pré-industriais em 1,5°C por pelo menos um desses cinco anos é de 20%.
No entanto, é extremamente “improvável” que a temperatura média de cinco anos para o período 2020-2024 esteja acima de 1,5°C.
Essas previsões não levam em consideração as mudanças nas emissões de gases de efeito estufa registradas durante o confinamento imposto para conter a pandemia da Covid-19.
Segundo o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, a redução nas emissões de CO2 este ano não deve levar a uma diminuição nas concentrações atmosféricas de CO2, que são a causa do aumento da temperatura global. “A OMM indicou em várias ocasiões que a desaceleração industrial e econômica causada pela Covid-19 não pode substituir uma ação sustentável e coordenada em favor do clima”, disse.
Até 2020, a OMM estima que as grandes áreas terrestres do hemisfério norte terão temperaturas acima de 0,8°C.
O aquecimento no Ártico provavelmente será mais do que o dobro da média mundial neste ano.
Muitas regiões da América do Sul, África Austral e Austrália terão condições mais secas do que nos últimos anos.
A pandemia do novo coronavírus “causou uma séria crise econômica e de saúde global, mas se não combatermos as mudanças climáticas, o bem-estar humano, os ecossistemas e as economias poderão ser ameaçados por séculos”, alertou Petteri Taalas.

Please enter banners and links.