Giovanna Ewbank dá à luz Zyan: ‘Não vejo a hora de apresentá-lo a seus irmãos’


Apresentadora e Bruno Gagliasso celebraram a chegada do terceiro filho do casal na noite desta quarta-feira (8). ‘Ele é uma alegria para nós.’ Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso celebram a chegada de Zyan, terceiro filho do casal
Reprodução/Instagram
Giovanna Ewbank deu à luz Zyan, seu terceiro filho com o ator Bruno Gagliasso, na noite desta quarta-feira (8), no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela assessoria da apresentadora e compartilhada pelos papais nas redes sociais.
“Mãe e o filho caçula se encontram bem”, informou a assessoria. Zyan veio ao mundo de parto normal. O bebê pesa 2,9 quilos e mede 48 cm.
“Eu não consigo explicar em palavras a emoção que sinto ao segurar o Zyan em meus braços e não vejo a hora de apresentá-lo a seus irmãos que estão ansiosos para conhecê-lo”, disse a apresentadora. Giovanna e Bruno já são papais de Titi, de 7 anos de idade, e Bless, de 5.
Segundo a assessoria de Giovanna, “por conta da pandemia do Covid-19, ela não pode receber visitas na maternidade e tem como único acompanhante o marido, Bruno Gagliasso”.
“O Zyan é lindo e chega rodeado de amor. Ele é uma alegria para nós e para Chissomo e Blessings, que viram seu crescimento na barriga do Gio com a mesma ansiedade que a minha”, comemora o pai.
A primeira notícia sobre o nascimento de Zyan foi dada pelo ator Helio de la Peña, que nesta quarta-feira (8), assumiu as redes sociais de Bruno e fez uma série de lives. Em uma delas, enquanto conversava com Paloma Santos, o ator anunciou a chegada de Zyan ao mundo.
“Êêêêê seja bem vindo Zyan! Durante nossa live pós lives, recebemos a notícia maravilhosa do nascimento de Zyan. Parabéns, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso”, escreveu Helio.
Horas antes do parto, Giovanna fez uma série de stories no Instagram para falar sobre o chá de bebê solidário do filho. Nas imagens, a atriz, por diversas vezes, manifesta dor com os chutes do bebê e as cólicas. Em um dos vídeos, a atriz coloca as mãos na barriga e pede “calma”.
Horas antes de parto, Giovanna Ewbank mostra barriguinha e relata chutes de Zyan e cólica
Giovanna e Bruno anunciaram que a família iria crescer em dezembro de 2019.
“A família cresceu! Agora somos cinco! Fomos pegos de surpresa e a ficha ainda está caindo”, escreveu a atriz em sua conta no Instagram.

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Justiça Federal no Pará suspende decreto de Bolsonaro que transferia concessão de florestas para o Ministério da Agricultura


De acordo com o MPF, o deslocamento do poder de concessão florestal para o Ministério da Agricultura é incompatível com a natureza e com as competências da pasta. Sentença suspende decreto que transferiu do MMA para o Ministério da Agricultura o poder de concessão de florestas públicas
Tobias Jackson/Divulgação
A Justiça Federal no Pará suspendeu nesta quarta-feira (8) o decreto do Governo Federal que transferia o poder de concessão de florestas públicas do Ministério do Meio Ambiente (MMA) para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A sentença, assinada pelo juiz federal Henrique Jorge Dantas da Cruz, atende um pedido do Ministério Público Federal (MPF).
De acordo com o MPF, o deslocamento do poder de concessão florestal para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é incompatível com a natureza e com as competências da pasta.
O MMA repassou no dia 14 de maio para o Ministério da Agricultura todo o poder sobre o processo de concessão das florestas nacionais. A gestão das florestas já havia sido repassada ao Ministério da Agricultura com a mudança do Serviço Florestal Brasileiro para a pasta como uma das primeiras medidas do governo Bolsonaro. Mas, o MMA ainda precisava ser consultado para que concessões de extração sustentável de madeira pudessem ser autorizadas.
A partir desse decreto, o Ministério da Agricultura seria o responsável por definir as áreas que serão submetidas à concessão florestal, estabelecer os termos das licitações e os critérios de seleção, escolher os selecionados e definir os termos de contrato.
Na sentença, o juiz reforçou que a preferência pelo Ministério do Meio Ambiente, apesar de ser necessário que a gestão das florestas públicas seja feita de forma articulada com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, “é exatamente para que esse último não avance sem ruído, sem estrépito, de modo vagaroso na gestão das florestas públicas, e pouco a pouco escanteie o Ministério do Meio Ambiente”.
O juiz entende que o meio ambiente é um patrimônio comum e cabe ao poder público protegê-lo para as gerações futuras. Ele destacou ainda a preocupação com medidas que, em nome do crescimento econômico, têm causado danos irreversíveis à natureza.
Mudanças dependem da lei
Ainda segundo o magistrado, cada presidente tem suas prioridades, mas que não é possível fazer mudanças que dependem da lei. O juiz explica que o Poder Executivo edita medida provisória e o Congresso Nacional é quem a converte em lei, por isso a competência e a estrutura básica de cada ministério devem ser previstas na legislação aprovada pelo Poder Legislativo, e não em decreto.
Henrique Dantas da Cruz reforça que “atribuir a gestão de florestas públicas ao Ministério do Meio Ambiente foi uma decisão política do Poder Legislativo, que contou, inclusive, com a sanção do Poder Executivo. Sobra então para o Poder Executivo estabelecer as condições em que a lei deve ser executada e prover à melhor maneira de tornar efetivas as suas determinações, e não a alterar unilateralmente”, ressaltou.

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