Distração de funcionários facilita ataques virtuais, diz especialista

O vazamento de dados é um preocupação tanto de empresas quanto de usuários. A privacidade na rede é algo que está sendo aprimoranda e regulamentada para impedir que dados sigilosos sejam acessados indevidamente por cibercriminosos. O diretor de tecnologia da Flipside, Anderson Ramos, aponta como um dos motivos dos vazamentos a desatenção dos funcionários ao clicar em links suspeitos e até ao publicar fotos que podem fornecer informações importantes para um ataque virtual. Veja 5 dicas para ficar a tento e manter dados mais protegidos

1. Um comportamento que pode contribuir para um vazamento de dados é clicar em links suspeitos recebidos por e-mail.  

“Abrir arquivos desconhecidos
e guardar documentos pessoais ou que envolvam a empresa nos smartphones, não são atitudes indicadas para manter a segurança de dados. Esses cuidados, quando envolvem o ambiente corporativo, devem ser ainda mais rígidos em todos os setores da empresa”, diz o especialista

Gestores relatam que 52% dos incidentes de segurança em 2019 foram causados por desatenção e cliques indevidos em links inseguros recebidos via e-mail, SMS e redes sociais, segundo levantamento da 4ª Pesquisa Nacional Sobre Conscientização Corporativa em Segurança da Informação, realizada pela Flipside

2. Usar senhas de acesso é uma barreira de segurança simples, mas que pode ajudar bastante na proteção de dados das empresas. Ramos sugere criar combinações mais complexas para dificultar ainda mais a ação de criminosos.  

“É fundamental manter um bloqueio de tela, seja com senhas
contendo números e letras, reconhecimento facial ou biometria. Em locais públicos a atenção deve ser redobrada para evitar que alguém veja e copie esse procedimento.”

3. O smartphone é usado para se comunicar por aplicativos de mensagens e também para registrar momentos, mesmo no ambiente de trabalho. Uma orientação é ter atenção ao postar essas fotos nas redes sociais para que não revelar informações
essenciais para um cibercriminoso, como fotos de crachás, telas de computador e documentos com nomes de áreas e cargos

4. Com o uso do celular para questões pessoais e profissionais, o uso de uma conexão pública de Wi-Fi pode ser um risco para os dados da empresa e uma brecha para a ação de criminosos. 
“O ideal é evitar a conexão em Wi-Fi público e não informar dados sigilosos em sites que os solicitam para estabelecer conexão. Utilizar redes de navegação particulares é a melhor opção, mas caso seja necessário o uso de um Wi-Fi compartilhado, tenha uma VPN
ativada no aparelho para dificultar os ataques cibernéticos” orienta o diretor da Flipside

5. Outro comportamento de risco é acessar sites que não oferecem proteção aos dados dos usuários e baixar aplicativos disponibilizados fora da Google Play e da App Store. 
“Esse comportamento do usuário dá a oportunidade para que os cibercriminosos consigam invadir seu aparelho, podendo ser vítima de cobranças indevidas, espionagem de atividades realizadas em tempo real,
além de ter a possibilidade de alguém se passar pelo responsável para realizar golpes”, explica o especialista

Preço da gasolina e do diesel nas bombas termina termina a semana em alta, diz ANP


O valor da gasolina para os consumidores subiu pela 6ª semana seguida, enquanto o do diesel interrompeu sequência de três quedas consecutivas. Bomba de combustível abastece carro em posto de São Paulo. gasolina, preço da gasolina, frentista, álcool, diesel, combustíveis, reajuste, aumento. -HN-
Marcelo Brandt/G1
O preço médio da gasolina e do diesel nas bombas terminou a semana em alta, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (6) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
Segundo o levantamento, o valor médio da gasolina por litro para o consumidor subiu 1,38%, para R$ 4,489. Foi o sexto aumento semanal consecutivo.
Já o preço do diesel subiu 0,27% na semana, para R$ 3,718 por litro, em média, interrompendo uma sequência de três recuos semanais seguidos.
O preço do etanol também subiu. A elevação foi de 1,83%, para R$ 3,060 por litro. Foi a 11ª alta consecutiva.
Os valores são uma média caculada pela ANP com dados coletados em postos em diversas cidades pelo país. Os preços, portanto, variam de acordo com a região.