Tanguá recebe Arraiá do Programão Carioca no sábado


Evento gratuito terá brincadeiras típicas e show de forró com o grupo Raiz do Sana. Banda Raiz do Sana é uma das atrações da festa
Divulgação/Thakurani Albuquerque
O município de Tanguá será palco do Arraiá do Programão Carioca, no sábado (21), na Praça Robson Siqueira Nunes.
O evento gratuito, promovido pela Globo, terá forró, quadrilha e brincadeiras típicas de festa junina e tem como objetivo estimular a produção cultural local e democratizar o acesso às artes.
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A festa começa às 13h, com brincadeiras como jogo de argolas, das latas e pescaria. A partir das 14h, o público poderá participar de oficinas de lanterna de São João, espantalho e figurino tradicional.
A banda Raiz do Sana toca uma fusão de xotes, xaxados, maracatus e baiões com outros ritmos e elementos musicais a partir das 15h e, depois da apresentação, terá uma oficina de forró e show de Felipão do Forró – morador da região e músico – com apresentação da Quadrilha da terceira idade de Tanguá.
Durante todo o evento, que tem parceria com o Sesc, as crianças poderão se divertir em brinquedos e o público adulto vai poder visitar a feira de artesanato de Tanguá, que reúne o trabalho em crochê, bordado, biscuit e pintura de trinta artesãs.
Arraiá do Programão Carioca
21 de julho, sábado
A partir das 13h
Praça Robson Siqueira Nunes (observatório de talentos) – Centro
Rua Maria Tomásia Macedo – Tanguá
Entrada gratuita
Classificação livre
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Câmara amplia número de comissões que votarão projeto sobre produtos orgânicos

Projeto em tramitação na Câmara torna mais rigorosas as regras para a venda de produtos orgânicos. Por decisão de Rodrigo Maia, Comissão de Defesa do Consumidor também deverá discutir o tema. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ampliou nesta segunda-feira (16) o número de comissões que deverão discutir o projeto que torna mais rigorosas as regras para a venda de produtos orgânicos.
Pelo rito estabelecido inicialmente, a proposta seria discutida pelas comissões de Agricultura e de Constituição e Justiça.
Agora, com a decisão de Maia, a Comissão de Defesa do Consumidor também deverá analisar o projeto.
Pelo texto, a comercialização de produtos orgânicos diretamente ao consumidor deverá ser feita apenas pela agricultura familiar que, obrigatoriamente, deverá integrar uma organização de controle social cadastrada nos órgãos fiscalizadores.
Com a certificação, os produtos poderão ser vendidos em feiras livres, sejam provisórias, permanentes ou em propriedade particular (saiba outros pontos do projeto mais abaixo).
Interpretações diferentes
O projeto tem gerado polêmica entre os parlamentares nas últimas semanas em razão de informações segundo as quais, se aprovada, a proposta proibiria a venda de produtos orgânicos em supermercados.
Projeto proíbe venda de produtos orgânicos? Não é verdade!
Relator da proposta na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado Lucas Vergílio (SD-GO) defende mudanças na redação do projeto para evitar diferentes interpretações.
O apresentar já pediu a realização de uma audiência pública com representantes do Ministério da Agricultura, da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e com a Associação Brasileira de Agroecologia para discutir o tema.
Segundo o autor do projeto, deputado Edinho Bez (MDB-SC), o texto pretende coibir a prática desonesta de comercialização de mercadorias comuns como se fossem orgânicas.
Entenda o projeto
Saiba abaixo os principais pontos do projeto:
A comercialização direta de produtos orgânicos aos consumidores deverá ser realizada exclusivamente por agricultores familiares inseridos em processos próprios de organização e controle social, previamente cadastrados junto a órgão da Administração Pública Federal;
A comercialização poderá ser feita em propriedade particular ou em feiras livres ou permanentes instaladas em espaços públicos mediante “fiscalização sistemática”;
Agricultores familiares poderão comercializar a produção própria e a de outros produtores orgânicos, desde que atendam a todas as exigências legais;
A comercialização de forma inequívoca como orgânico de qualquer produto que não o seja constitui crime contra as relações de consumo, sujeitando o infrator às penalidades previstas no Código de Defesa do Consumidor.