Cantora de MT é escolhida por técnico durante ‘batalha’ e avança para a próxima fase do programa


Laís gravou um vídeo agradecendo ao público e à torcida. Ela deve se apresentar novamente nesta terça-feira (18). Cantora busca vaga para semifinal
Rede Globo/Reprodução
A cantora Laís Yasmin, de 27 anos, que está representando Mato Grosso no The Voice Brasil, foi escolhida pelo técnico Michel Teló durante a “batalha” de segunda-feira (17). Em busca de uma vaga na semifinal, a cantora deve ser apresentar novamente nesta terça-feira (18).
Na apresentação anterior, Laís cantou a música ‘Stand By Me’ e, depois de ser a escolhida, gravou um vídeo agradecendo ao público pela torcida.
Em entrevista ao G1 Laís disse estar muito ansiosa para a próxima apresentação.
“A música que vou cantar é muito especial e eu amo muito. Agradeço Mato Grosso pela torcida e por todo carinho que estou recebendo, é algo que eu nunca imaginava”, disse.
Laís contou que, que apesar da correria dos ensaios, o “clima” é de descontração e parceria entre todos os candidatos.
De acordo com o tio de Laís, Carlos Dantas, a cantora é apaixonada pela música desde criança e está realizando um sonho.
“Estamos trabalhando com ela desde pequena e percebemos que tem qualidade. Laís é eclética e canta tudo, mas ela se destaca com músicas clássicas”, contou.
Segundo o tio, a família e os amigos da cantora estão na expectativa de avançar para a próxima fase.
Ainda restam 12 participantes na competição e depois da apresentação desta terça-feira, apenas oito devem permanecer.
Laís agradece torcida durante programa The Voice
Para votar, o público deve realizar um cadastro no site.

Polônia sugere ‘Fort Trump’ e EUA consideram base militar no país

Duda reuniu-se com Trump na Casa Branca

Duda reuniu-se com Trump na Casa Branca
Brian Snyder / Reuters / 18.9.2018

O presidente Donald Trump disse, nesta terça-feira (18), que os Estados Unidos estão considerando um pedido da Polônia de uma presença militar permanente dos EUA no país, reconhecendo que compartilha preocupações da Polônia sobre possível agressão russa.

O presidente da Polônia, Andrzej Duda, pediu para Trump uma base norte-americana permanente durante encontro na Casa Branca, se oferecendo para chamá-la de “Fort Trump”, e explicando que a base será um baluarte contra o que considera ser uma ameaça da Rússia.

Trump disse concordar com Duda que Moscou havia “agido agressivamente” na região e disse que o pedido por uma base está sob consideração. Ele afirmou que apreciou a oferta de Duda para colocar mais de U$ 2 bilhões (R$ 8,2 bilhões) no projeto.

“Estamos analisando isto muito seriamente, eu sei que a Polônia gosta muito da ideia e é algo que estamos considerando, sim”, disse Trump a repórteres.

Rússia reclamou da Polônia

Moscou expressou preocupação em maio por relatos sobre o pedido da Polônia, dizendo que a expansão da Otan em direção às fronteiras russas prejudicam estabilidade na Europa.

A Polônia se juntou à Otan em 1999 junto à Hungria e à República Tcheca e desde então outros Estados no passado comunistas, incluindo repúblicas bálticas fronteiriças à Rússia, se juntaram apesar de forte oposição de Moscou.

A Polônia tem repetidamente solicitado uma presença militar permanente dos EUA em seu solo.

Os EUA atualmente alternam tropas pela Polônia temporariamente, mas estacionar permanentemente forças no país seria caro por conta de custos que podem incluir casas para famílias, escolas e hospitais.

O secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, disse que as Forças Militares dos EUA estão estudando opções com a Polônia, mas alertou que nenhuma decisão foi tomada.

“Não é somente sobre uma base. É sobre áreas de treinamento, é sobre instalações de manutenção na base, todas essas coisas. Há uma série de detalhes que precisamos estudar junto aos poloneses”, disse Mattis a repórteres no Pentágono.

Trump e Duda

Trump e Duda também expressaram preocupações compartilhadas sobre o gasoduto russo Nord Stream 2, que disseram poder deixar a Europa excessivamente dependente de Moscou para energia e expor a região aos riscos do que Duda chamou de “chantagem política” com remessas.

Mas Trump disse que os EUA não estão buscando sancionar companhias que participaram no projeto com a Rússia.

“Nós pensamos apenas que é muito infeliz para o povo da Alemanha que a Alemanha esteja pagando bilhões e bilhões de dólares ao ano por sua energia para a Rússia”, disse.

Trump também disse que os EUA estão considerando um programa de isenção de vistos para a Polônia.

(Reportagem adicional de Roberta Rampton, Steve Holland e Phillip Stewart)