África do Sul manda prender ex-primeira dama no Zimbábue

Polícia pediu ajuda da Interpol para prender Mugabe

Polícia pediu ajuda da Interpol para prender Mugabe
Siphiwe Sibeko/Reuters – 29.7.2018

A África do Sul emitiu um mandado de prisão para a ex-primeira-dama do Zimbábue, Grace Mugabe, por causa de uma suposta agressão em um bairro nobre de Joanesburgo no ano passado, disse um porta-voz da polícia nesta quarta-feira (19).

Depois que o alegado ataque com um cabo elétrico veio à tona em agosto de 2017, o governo sul-africano concedeu imunidade diplomática a Grace Mugabe.

Essa imunidade foi derrubada por um tribunal sul-africano neste ano, depois que a suposta vítima, a modelo Gabriella Engels, contestou a decisão.

O porta-voz do Serviço de Polícia da África do Sul, Vishnu Naidoo, disse que a polícia estava buscando ajuda da Interpol para fazer valer o mandado. Não houve comentários imediatos da senhora deputada Mugabe nem das autoridades de Harare.

Mugabe foi vista como uma potencial sucessora de seu marido Robert, de 94 anos, que governou o Zimbábue desde 1980 até ser derrubado em um golpe no ano passado, no momento do incidente em um hotel de luxo no distrito de Sandton, em Johanesburgo.

Ela negou ter atacado Engels com um cabo elétrico, dizendo que um Engels “intoxicado e desequilibrado” a atacou com uma faca depois que a modelo foi ver os filhos dos Mugabes no hotel.

Afriforum, um grupo de defesa da África do Sul, que representou Engels, rejeitou a negação de Grace Mugabe como uma mentira. A ex-primeira-dama se afastou dos holofotes no Zimbabué desde que o marido foi afastado no golpe de novembro de 2017.

Chefe de gabinete e assessores do deputado Valdemar Junior são presos na Assembleia Legislativa


Prisões foram feitas pela Polícia Civil em cumprimento a mandados. Investigações fazem parte da operação Cartase, que investiga funcionários fantasmas. Assembleia Legislativa do Tocantins fica na Praça dos Girassóis
Reprodução/TV Anhanguera
Três pessoas foram presas preventivamente pela Polícia Civil no gabinete do deputado Valdemar Junior (MDB) na manhã desta quarta-feira (19). A TV Anhanguera registrou o momento em que os três funcionários foram conduzidos por agentes. As prisões fazem parte da operação Cartase, que investiga funcionários fantasmas e danos aos cofres públicos.
Foram presos o chefe de gabinete Dional Vieira de Sena e os assessores Dorismar José Benedito Júnior e Luciele Roquete Araujo. Mandados de busca também foram cumpridos e os funcionários tiveram os celulares apreendidos.
No gabinete do deputado, os demais funcionários informaram que não tem nada para declarar.
O G1 segue atualizando o caso.
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