Mini Cooper mais rápido já feito para as ruas terá 25 unidades no Brasil


John Cooper Works GP chega no final do ano com 306 cv de potência e vai de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos. São apenas 3 mil exemplares em todo o mundo. Mini John Cooper Works GP
Divulgação/Mini
A Mini confirmou para o último trimestre deste ano a chegada do John Cooper Works GP ao Brasil, o modelo mais rápido da marca legalizado para as ruas. Das 3 mil unidades produzidas no mundo, apenas 25 chegarão ao mercado brasileiro. Os preços não foram revelados.
A configuração mais extrema do Cooper é equipada com um motor 2.0 turbo de quatro cilindros com 306 cv de potência e 45,9 kgfm de torque, sempre com câmbio automático de 8 marchas. A suspensão é rebaixada em 10 mm e há outros reforços estruturais e nos freios.
Não é difícil identificar o JCW GP com seu grande aerofólio e as caixas de rodas alargadas
Divulgação/Mini
Somados à mecânica e ao conjunto aerodinâmico, o alívio de peso feito com a redução do isolamento acústico e a retirada dos bancos traseiros resultam em um 0 a 100 km/h em 5,2 segundos.
Por fora, o John Cooper Works GP é facilmente reconhecido pelos arcos de roda feitos com um material inédito (com uma subestrutura termoplástica e uma carcaça de plástico reforçada com fibra de carbono), faixas em vermelho, rodas aro 18, além de um grande aerofólio e o logo GP na traseira.
Por dentro, a mesma inscrição está no painel e nos bancos, com acabamento de Alcantara.
Interior do JCW JP tem acabamentos exclusivos e mostradores digitais.
Divulgação/Mini
Modelo tem apenas dois lugares, tudo em nome da redução de peso
Divulgação/Mini

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Ricardo Salles revoga ato que permitia cancelar infrações ambientais e regularizar invasões na Mata Atlântica


Despacho consolidava irregularidades cometidas no bioma até julho de 2008. MPF já havia entrado com ação na Justiça contra ato. Operação contra desmatamento na Mata Atlântica que identificou 688 hectares de floresta devastada ilegalmente no Paraná, em setembro de 2019
Reprodução/RPC
O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, revogou um ato do ministério de abril deste ano que, na prática, poderia cancelar infrações ambientais, como desmatamento e queimadas, na Mata Atlântica e regularizava invasões no bioma até julho de 2008. A revogação foi publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (4).
Em maio, o Ministério Público Federal (MPF) no Distrito Federal já havia entrado com uma ação na Justiça para tentar anular o ato. Em São Paulo, o MPF havia solicitado que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) descumprisse o decreto do Ministério do Meio Ambiente.
À época dos pedidos do MPF, o procurador federal em São Paulo Daniel Azeredo considerou que o despacho do ministro poderia levar ao cancelamento indevido de multas por infração ambiental. Segundo ele, a determinação do ministério poderia levar à liberação do corte de mata em áreas onde houve flagrante de desmatamento.
Além disso, a decisão de Salles poderia levar o Ibama a deixar de tomar providências e de exercer poder de polícia na proteção do meio ambiente nas áreas afetadas pelo despacho. Quem destruiu áreas da mata não precisaria recuperar o que foi destruído.
Para o MPF, o despacho de abril do ministro feria a lei da Mata Atlântica, de 2006.
Ministério Público entrou com ação contra decisão do Ministério do Meio Ambiente

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