Mudas sadias são o primeiro passo para o sucesso do bananal


Estudantes de escola técnica aprendem a produzir mudas de bananeira com qualidade. Mudas sadias são o primeiro passo para o sucesso do bananal
Reprodução/TV TEM
São Paulo é o estado que mais produz banana no Brasil. Claudemir Rossini investe na fruta há cerca de 20 anos. São cinco hectares cultivados no município de Potirendaba (SP). O clima costuma não trazer muita dor de cabeça. O problema mesmo é o ataque de pragas.
O forte da colheita da banana nanica foi entre os meses de abril e agosto. Daqui em diante, o agricultor espera bastante chuva e calor para que em novembro as plantas comecem a produzir os cachos.
(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 21/10/2018)
Mudas sadias são o primeiro passo para o sucesso do bananal
Na escola técnica de Monte Aprazível (SP), alunos dos cursos de meio ambiente e agropecuária desenvolveram um projeto para produzir mudas sadias. Elas são selecionadas e tratadas em laboratório. Os estudantes fazem o manejo para que, dentro de um ano, a pequena plantação gere até 1,5 mil mudas. Cada planta pode render até 50 brotos.
Evitar pragas é a maior preocupação. O professor Antonio Donizete Sônego diz que todo o esforço é para garantir um bananal sem a broca ou moleque da bananeira, que pode exterminar a plantação.
A iniciativa prevê que todas as mudas geradas sejam distribuídas para os pais dos alunos e também para comunidade. Assim, a banana pode ganhar mais força na região e, quem sabe, ser até uma fonte de renda para pequenos produtores.
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Sem peão para a lida com o gado na região de Itapetininga


Criadores reclamam da dificuldade para encontrar bons profissionais. Sem peão para a lida com o gado na região de Itapetininga
Reprodução/TV TEM
A jornada de trabalho de Luiz Adriano começa bem cedo. Ele cria gado de leite em Itapetininga (SP) e tira em média 200 litros por dia. Ao todo são mais de 100 vacas girolandas e holandesas mantidas no pasto.
A rotina é de muito serviço. Mesmo com a ajuda da ordenha mecanizada, o trabalho manual é indispensável. E é aí que o Adriano tem um problema. Ele tem que dar conta da mão de obra sozinho porque não consegue contratar ninguém há cinco anos, o que impede o crescimento do rebanho.
(Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 21/10/2018)
Sem peão para a lida com o gado na região de Itapetininga
Em Capão Bonito (SP), na fazenda administrada por Leandro Rodrigues, a produção de gado é voltada para o corte. São mais de três mil cabeças das raças nelore, simental, angus e red angus. Depois de crescerem no pasto, vão para o confinamento. Lidar com o gado em todas as etapas de criação exige muito trabalho.
Ao todo, 12 funcionários se dividem nas tarefas da propriedade, número que Leandro considera abaixo do ideal. Ele diz que também está difícil conseguir mais pessoas para trabalhar na área. Segundo o criador, é uma função que requer interesse e disponibilidade, o que nem sempre os candidatos oferecem.
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