Promotor matou um jovem há 14 anos e ainda aguarda julgamento

Ex-promotor Thales Ferri Schoedl, na época da sua prisão

Ex-promotor Thales Ferri Schoedl, na época da sua prisão
Mauricio de Souza/Agência Estado

Nesse momento em que se fala tanto do fim do foro privilegiado, a Coluna lembra a história do promotor Thales Ferri Schoedl, que há 14 anos matou com dois tiros o jogador de basquete Diego Madanez, de 20 anos, e feriu gravemente Felipe Siqueira de Souza, também com 20 anos. 

No Réveillon de 2004, Thales acabou se envolvendo em uma confusão com os dois rapazes, que teriam chamado sua namorada de “gostosa”. Preso em flagrante, alegou legítima defesa.

Por ter foro privilegiado, o processo foi apreciado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, apesar de Thales Schoedl ainda estar em estágio probatório. Durante a tramitação, ele perdeu o cargo de promotor, mas, mesmo assim, acabou sendo julgado pelo Órgão Especial do TJ de São Paulo, e foi absolvido.  

Em março, o ministro Dias Toffoli acatou um recurso do Ministério Público de São Paulo e anulou a decisão do TJ.

Ele, agora, deverá ir a júri popular.

Os crimes ocorreram há 14 anos, e não se sabe quando ocorrerá o julgamento.

O ex-promotor Thales Ferri Schoedl é apenas mais uma das 55 mil autoridades brasileiras beneficiadas pela prerrogativa do foro privilegiado, em 40 cargos diferentes.

Só no Ministério Público são 13.076. 

A decisão do STF de retirar o foro dos 81 senadores e 513 deputados é auspiciosa, mas signficará pouco se for mantido o privilégio para tantas autoridades.     

 

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Jovem é flagrada com cocaína e dinheiro dentro de urso de pelúcia

Jovem foi encontrada com cocaína e dinheiro dentro de urso de pelúcia

Jovem foi encontrada com cocaína e dinheiro dentro de urso de pelúcia
Divulgação /SSP

Uma jovem identificada pela Polícia Civil como Laíse Ribeiro de Oliveira, de 18 anos, protagonizou uma cena no mínimo inusitada.

Ela foi flagrada com um tablete de pasta base de cocaína dentro de um urso de pelúcia e mais R$1.900 em espécie, na manhã desta sexta-feira (4), durante abordagens a veículos em Valença, interior da Bahia.

A ação ocorreu no trevo de acesso ao Distrito de Guaibim, em Valença. Segundo o subcomandante da especializada, capitão PM Nardo Casteano, Laíse estava no ônibus da empresa Cidade Sol durante a revista.

“Ela confessou, no caminho até a delegacia, que em sua casa tinha mais drogas guardadas”, disse acrescentando ainda que o canil da unidade auxiliou nas ações.

Foram apreendidos um tablete de pasta base de cocaína, pesando 2 quilos, diversas porções de maconha, totalizando 4 quilos e R$1.900 em espécie. Todo o material e a infratora foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Valença.

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