Vem aí mais uma operadora de telefonia móvel virtual no Brasil

Vem aí mais uma operadora de telefonia móvel virtual no Brasil

O Brasil pode ganhar em breve mais uma operadora de telefonia móvel virtual, desta vez atrelada aos Correios. Através do processo de concorrência da estatal anunciado hoje, as empresas interessadas poderão apresentar projetos de exploração de serviço por meio de rede virtual, sendo que a vencedora deverá atuar a partir de um chip da marca Correios.

As propostas devem ser apresentadas até o dia 17 de março e todas as empresas poderão fazer novos lances. As candidaturas serão avaliadas considerando o somatório do maior valor de remuneração dos chips pré-pagos e do maior percentual de comissão pela venda de recargas realizadas. O valor mínimo para que a operadora comece a funcionar é de R$ 282 milhões.

Os Correios irão utilizar a infraestrutura de telecomunicações da operadora escolhida, sendo que para entrar na concorrência a candidata precisa estar presente em pelo menos 50% dos municípios brasileiros.

Entenda como funcionam as operadoras de telefonia móvel virtual, também conhecidas pela sigla MVNO:

Operadora móvel com rede virtual (sigla MVNO correspondente em inglês a Mobile Virtual Network Operator), denominado normalmente por operador móvel virtual, consiste na prestação do serviço móvel celular através do uso da rede de uma operadora tradicional, sem que se detenha rede própria para tanto[1].

A MVNO deve ter uma marca forte, estrutura de atendimento ao cliente, vendas e marketing, porém, não necessita das áreas técnicas de desenvolvimento, como Engenharia e TI.

A operadora percebida pelo cliente detém toda a estrutura comercial e de atendimento, mas sua rede é virtual, pois, como citado, pertence a uma das operadoras tradicionais que partilha a receita gerada e recebida com a Operadora Virtual.

Geralmente as MVNO atuam em nichos de mercado onde as operadoras tradicionais não queiram ou não possam atuar, atingindo consumidores atraídos pela força da marca ou pelo foco dado a este determinado mercado.

Correios aumentam taxa para encomendas internacionais

Correios aumentam taxa para encomendas internacionais

O chamado “serviço de despacho postal”, taxa que os Correios cobram de todo produto importado para o Brasil desde 2014, passou por seu primeiro reajuste nesta semana. O valor, que era de R$ 12, saltou para R$ 15 a partir desta segunda-feira.

A taxa serve para “cobrir os custos com o processo de recebimento dos objetos, inspeção de raio X, armazenagem, recolhimento dos impostos, comunicação com destinatário e remetente”, diz a estatal em nota.

Ainda segundo os Correios, desde o último dia 22 de janeiro, “todas as encomendas internacionais cuja declaração de importação for registrada na plataforma eletrônica ‘Minhas Importações’ estarão sujeitas à cobrança”.

A cobrança vale também para as importações que não são taxadas pela Receita Federal. Os Correios justificam o aumento dizendo que o cálculo é baseado “na variação dos custos, tendências do mercado e evolução do cenário comercial de livre concorrência”.

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