Começa a retirada de terra da Avenida Fátima Porto em Patos de Minas


Parte da via foi interditada após um deslizamento. Segundo a Prefeitura, a desobstrução deve durar esta sexta-feira (23), dependendo das condições do clima. A Prefeitura de Patos de Minas está desobstruindo a Avenida Fátima Porto nesta quarta-feira (21). Na terça-feira (13), um deslizamento de terra interditou parte da pista após as fortes chuvas que atingiram a cidade nos últimos dias. Na terça-feira (20), uma equipe da Defesa Civil realizou uma vistoria no local.
“Nós trabalhamos nesta quarta-feira o dia todo e tiramos cerca de dez caminhões. Podemos presumir que hoje devemos tirar mais uns 50 caminhões. Vamos ver as condições de estabilidade do talude. Se estiver oferecendo condições de estabilidade, a pista poderá ser liberada”, disse o secretário de Obras, Mauro Lima.
Trabalhos de desobstrução na Avenida Fátima Porto
Reprodução/TV Integração
Segundo a Prefeitura, a desobstrução deve durar esta sexta-feira (23), dependendo das condições do clima. O foco, primeiramente, será a retirada da terra que caiu da encosta onde houve o deslizamento.
Conforme a divulgação da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec), serão necessários mais de 100 viagens de caminhões para a remoção de toda a terra. Engenheiros e técnicos farão uma análise da situação da encosta após a retirada do material.

Prefeitura da SP encaminha ossadas abandonadas no Cemitério da Quarta Parada para catalogação


Segundo o Serviço Funerário, material é proveniente ‘de túmulos que foram abandonados pelas famílias e retornaram à Prefeitura’. Cemitério da Quarta Parada, na Zona Leste de São Paulo
Reprodução/TV Globo
A Prefeitura de São Paulo retirou ossadas enterradas no Cemitério da Quarta Parada, na Zona Leste da cidade, nesta quinta-feira (22), e as encaminhou para uma sala na mesma unidade para serem catalogadas. De acordo com o Serviço Funerário, as ossadas são provenientes “de túmulos que foram abandonados pelas famílias e retornaram à Prefeitura”.
“O material citado está sendo transportado para um setor da mesma unidade, onde será catalogado, por orientação do Ministério Público”, informou a Prefeitura.
A remoção já estava prevista. Segundo a promotora Eliana Vendramini, o serviço pode ser feito num prazo de 120 dias.
“Eles precisam administrar essa situação e era esperado que eles tomassem providências a partir de então. A Prefeitura tem o direito de administrar o que está lá e avisou o juízo que iria fazer a abertura do ossário e trabalhar com os sacos enterrados”, disse a promotora.
O coordenador da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de São Paulo, padre Júlio Lancelotti, criticou a maneira como a movimentação é feita. “Eles estão tirando de lá e levando para uma antiga administração do prédio. Os ossos vão para um lugar escuro com acesso para rua, sem nenhuma custódia, para a construção de novas sepulturas.”
Cremação
Em junho deste ano, a Justiça já havia autorizado a administração municipal a cremar 1.600 ossadas no mesmo cemitério.
Segundo a administração do local, a cremação é “necessária para proteção ao meio ambiente, além de garantir mais espaço para novos sepultamentos”.