Avó conta à Polícia Civil que não sabe o que fez cachorro atacar neta em Goiânia


Segundo delegada, em depoimento a mulher relatou que animal é dócil, nunca apresentou sinais de agressão e está na família há mais de 8 anos. Bebê é socorrido com ferimentos graves após ser atacada por cachorro
Corpo de Bombeiros/Divulgação
A avó da bebê que foi atacada pelo cachorro da família e está internada, em Goiânia, contou à Polícia Civil que não sabe o que fez com que o animal agredisse a neta. A mulher disse à corporação que o cão sempre foi dócil, recebia comida na boca e está há mais de 8 anos com eles.
“No depoimento ela contou que estava se preparando para sair, o portão entreaberto, estava com a menina no colo, quando o cachorro pulou em cima dela e pegou a criança. Foi muito rápido, ela falou que não percebeu nem a aproximação do cachorro”, relatou ao G1 a delega Paula Meotti, responsável pelo caso.
A bebê de 1 ano está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica do Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) desde o dia do acidente. O estado de saúde dela na noite de domingo (1º) era regular, consciente e com respiração espontânea considerada normal.
Acidente
A garota foi mordida pelo cachorro no último dia 19 de junho, na casa da avó, na Vila Maria Luíza, em Goiânia. Segundo a Polícia Civil, a bebê estava no colo da avó no momento do acidente.
O animal foi levado para o Centro de Zoonoses da capital, onde deve ficar em observação por dez dias, conforme protocolo da unidade para animais que atacam humanos. Se não apresentar sintomas de raiva, depois desse período, pode voltar para a família.
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Ederson se despede do Fla e foca em livrar-se das dores no joelho esquerdo

Lance

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Foram quase quatro temporadas vestindo a camisa do Flamengo. O meia-atacante Ederson despediu-se do clube e dos companheiros nesta semana após ter o contrato encerrado. Em comunicado, o jogador agradeceu ao Fla, lembrando dos difíceis momentos que passou como jogador rubro-negro e comentou a relevância das dores no joelho esquerdo em sua decisão.

– Primeiramente, gostaria de agradecer ao Flamengo, aos meus companheiros, à diretoria, a todos os funcionários do clube e à nossa imensa nação rubro-negra, por todo respeito e apoio, principalmente no momento mais difícil da minha vida. Com o fim do meu vínculo, tomei uma importante decisão para minha carreira: decidi parar para analisar e fazer um tratamento cabível, adequado e de maneira definitiva para meu joelho. Nos últimos quase dois anos, tive que treinar e jogar com muitas dores – declarou Ederson.

Aos 32 anos, o jogador atuou apenas em 38 oportunidades com a camisa do Fla e marcou três gols, todos em 2015, no seu primeiro ano de clube e quando atuou mais. Depois, sofreu com lesões e, em julho de 2017, foi diagnosticado com câncer no testículo, passou o segundo semestre em recuperação e teve o vínculo estendido até o último dia 30.

Recuperado e livre para jogar, Ederson foi relacionado em algumas partidas em 2018, mas sequer teve oportunidade. Apesar de pronto, ele não estava nos planos da comissão técnica, agora capitaneada por Maurício Barbieri, e por isso não teve o contrato prorrogado. Além disso, os altos vencimentos do meia eram um problema para a diretoria. Mesmo bem fisicamente, o jogador não rendeu o esperado e por isso mantê-lo por mais tempo ficou fora de questão. A cúpula de futebol até se reuniu para discutir o futuro, mas foi definido que o vínculo seria encerrado.

Além de deixar o Rubro-Negro, o meia-atacante informou que, a príncipio, estará focado em recuperar-se 100% das dores no joelho esquerdo antes de assinar qualquer outro contrato.

– Agradeço muito aos clubes que demonstraram interesse pelo meu futebol e que entraram em contato comigo ou com meus representantes, mas, nesse momento, preciso estar 100% antes de firmar um novo compromisso e voltar a fazer o que mais amo na vida. Boa sorte ao Flamengo, a todo o grupo e à Nação Rubro-negra. Estarei sempre na torcida – finalizou o meia-atacante.