Arlindo Cruz tem alta hospitalar, após ficar mais de um ano internado

Cantor foi internado no dia 17 de março do ano passado, depois de passar mal em casa, quando se preparava para embarcar para São Paulo

Jornal Opção

Jornal Opção
Jornal Opção

Foto: Divulgação / Facebook

O cantor e compositor Arlindo Cruz, 59 anos, teve alta hospitalar nesta segunda-feira (2) da Casa de Saúde São José, no Humaitá, zona sul do Rio, depois de permanecer internado 1 ano e três meses no centro de tratamento intensivo (CTI) para tratamento de saúde decorrente de um acidente vascular cerebral em casa.

De acordo com o hospital, o artista permanecerá em tratamento em casa, com estrutura de home care, ao lado da família.

Arlindo ainda teve tempo de chegar em casa para assistir à vitória do Brasil contra o México hoje de manhã. A filha, Flora Cruz, disse como está o pai. “Tendo o meu pai em casa é muito bom. Só de sair daquele clima de hospital, começar a sentir o cheirinho do feijão na panela, ele poder brincar com o cachorro e o papagaio é muito bom”, disse.

Flora disse ainda que seu pai já tinha recebido alta hospitalar na semana passada, mas foi necessário fazer adaptações na residência para recebê-lo. “Ele está reagindo bem. Não teve nenhuma piora de um mês para cá. Todo mundo diz que comigo ele interage mais, porque eu beijo, amasso, eu agarro. Eu sou a caçula, não é”, brincou.

Internação

Arlindo Cruz foi internado no dia 17 de março do ano passado, depois de passar mal em casa, quando se preparava para embarcar para São Paulo, onde cumpriria uma agenda de show. Inicialmente, o cantor foi atendido no Centro Especializado em Reabilitação (CER) da Barra da Tijuca, na zona oeste, onde a equipe médica constatou o acidente vascular cerebral (AVC). Em seguida, Arlindo foi transferido para a Casa de Saúde São José.

O post Arlindo Cruz tem alta hospitalar, após ficar mais de um ano internado apareceu primeiro em Jornal Opção.

Rússia abre inquérito contra brasileiros que assediaram mulher

Torcedores brasileiros serão investigados por causa de vídeo

Torcedores brasileiros serão investigados por causa de vídeo
Reprodução

O Ministério do Interior da Rússia abriu um inquérito formal contra os brasileiros que gravaram um vídeo constrangendo uma mulher em Moscou, nos primeiros dias da Copa do Mundo. A informação é do repórter Jamil Chade, do Estado de São Paulo.

A decisão do governo foi uma resposta à denúncia apresentada pela advogada e ativista russa, Alyona Popova. Em uma carta que foi endereçada a ela, a polícia de Moscou disse que iniciou as investigações.

O documento que a reportagem do Estado teve acesso é desta segunda-feira (2) e indica que um registro especial foi dado ao caso, dentro do Ministério do Interior.

Alyona Popova tinha solicitado ao governo que “cidadãos estrangeiros deveriam pedir desculpas publicamente, e para a menina, e todos cidadãos russos diante do sexismo, da falta de respeito às leis da Federação Russa, o desrespeito por um cidadão russo, insultos, humilhação da honra e dignidade de um grupo de pessoas com base em seu gênero.”

Se forem considerados culpados, os brasileiros poderão sofrer sanções que vão desde multas até a proibição de voltarem a entrar em território russo.

Na carta ao governo, enviada no dia 20 de junho, Popova citou artigos de leis russas que apontam para punições quanto à humilhação ou insulto. Nesse caso, a multa pode chegar a 3 mil rublos (R$ 175). Também existiria a possibilidade de que os brasileiros sejam denunciados por violência da ordem pública e abusos sexuais. Uma responsabilidade criminal apenas poderia ser atribuída se ficar constatado que o ato tem relação direta com discriminação de sexo, raça ou nacionalidade.

Vídeo ofensivo

No vídeo, que agora está sendo investigado, alguns homens pedem para uma mulher que não entende português repetir uma frase com termos chulos. Até o momento, quatro homens que aparecem nas imagens foram identificados.

Mas esse não foi o único caso, em diferentes publicações disponíveis na internet, torcedores proferem insultos sexistas a jovens ou crianças de diferentes nacionalidades, pedindo para que elas falem palavras grosseiras.

Apesar da repercussão, Alexey Sororkin, CEO da Copa, minimizou os casos de assédio durante o evento.

— Incidentes, insultos ou assédios não estão nas estatísticas do COL. Só vi estatísticas positivas até agora e o que vejo aqui não representa um grande problema. Claro que nós pedimos respeito, não importa se é com homens, mulheres ou crianças e contamos com o bom-senso de todos. Queremos que o respeito seja um comportamento comum a todos que estão acompanhando a Copa do Mundo.