MP vai avaliar situação de crianças que estão no Largo do Paissandú

O incêndio deixou 171 família desabrigadas

O incêndio deixou 171 família desabrigadas
Edu Garcia/R7

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos enviou um ofício para a promotoria da Infância e Juventude do Ministério Público de São Paulo.

O documento pede que sejam tomadas as providências legais em relação à recusa dos pais de deixar o Largo do Paissandú, na região central da cidade, com os filhos.

As famílias estão vivendo no local desde o desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, na madrugada do dia 1 de maio.

De acordo com a secretaria, 15 crianças e adolescentes estão vivendo em barracas, em condições insalubres, degradantes e de extrema vulnerabilidade, “uma vez que há no local contínuo trabalho de remoção de escombros, fumaça tóxica, além de altas temperaturas ambientes, agravadas pela estiagem do período”.

Antes do desabamento, 455 pessoas, ou 171 famílias, viviam no prédio, ocupado pelo Movimento Social de Luta por Moradia. A prefeitura afirma que equipes acompanham a situação e seguem insistindo para que os desabrigados deixem as barracas e sigam para os abrigos do município. 

Ainda de acordo com a prefeitura, grande parte das pessoas que se encontram no Largo Paissandú não é de vítimas do desabamento, mas sim de pessoas atraídas pelas doações feitas no local.

Desde a noite do incêndio, a assistência social encaminhou 569 pessoas para abrigos desde o incêndio, e já começou o pagamento do auxílio moradia pela CDHU. A maioria das famílias vítimas do desabamento já foi acolhida pela Prefeitura, seguiu para casas de parentes ou foi realocada pelo próprio movimento. 

Segundo a assessoria de imprensa do MP, a promotora responsável pelo caso vai avaliar a situação para decidir o que pode ser feito.

Veja imagens do incêndio que causou desabamento de um prédio no centro de São Paulo:

 

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“Base ainda não está consolidada”, diz vereador de Goiânia

Aliado do prefeito Iris Rezende (MDB), Paulinho Graus (PDT) reconhece esforço do líder aponta que problemas com secretários persistem

Jornal Opção

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Vereador Paulinho Graus (PDT) | Foto: Alberto Maia / Câmara Municipal

O vereador Paulinho Graus (PDT), um dos mais fiéis aliados do prefeito Iris Rezende (MDB), avalia que a base de apoio na Câmara Municipal ainda não está consolidada. Em entrevista ao Jornal Opção, o parlamentar reconheceu o esforço do líder Tiãozinho Porto (PROS), mas aponta que a demora na escolha do representante do Paço no Legislativo ainda prejudica a sintonia entre os dois poderes.

“O vereador Tiãozinho faz o possível e o impossível e vejo o esforço dele para construir e solidificar a base. Mas, às vezes, falta mais interesse do Executivo. Tinha que ter tido essa aproximação antes, logo no início do mandato. Houve uma falha nesse ponto. Não está fácil, a base ainda não está consolidada, mas tudo é possível”, ponderou.

Tiãozinho Porto foi escolhido líder do prefeito na Casa no início de fevereiro de 2018, após um ano inteiro de trabalhos sem que Iris tivesse um representante oficial no parlamento goianiense.

“O Paço está próximo dos vereadores, mas precisa ter mais proximidade. O prefeito passou a receber os vereadores e isso tem feito a diferença. Mas tem secretários que não aceitam receber vereadores e são secretários de pastas importantes, como a Saúde”, reclamou.

A declaração do parlamentar acontece em um momento que matérias importantes estão em discussão no Legislativo, como a proposta de regularização fundiária e a reforma da previdência dos servidores municipais. Existe ainda a expectativa de chegada da revisão do Plano Diretor na Casa.

 

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