No Amapá, homem é condenado pela 2ª vez em seis anos por pedofilia na internet


Acusado teria usado perfis falsos em redes sociais para compartilhar fotos de adolescentes nus. Primeira sentença foi em 2012 e ação atual partiu do Ministério Público Federal. Usuário utilizava computadores de terceiros para prática criminosa
Pixabay/Divulgação
Um homem de 35 anos foi condenado no Amapá a três anos de prisão pelo crime de pedofilia na internet. De acordo com o processo, acionado pelo Ministério Público Federal (MPF), o acusado usava um perfil falso para compartilhar imagens de adolescentes nus.
A identidade nem a cidade onde ele mora foram revelados pelo MPF, mas o órgão detalhou que é a segunda condenação dele pelo mesmo crime. A primeira foi em 2012. Em relação a sentença, o Ministério pediu o aumento da pena alegando que o período de três anos é insuficiente.
O crime virtual acontecia de forma anônima, já que o condenado teria criado perfis falsos para compartilhar as imagens, ação proibida por lei, segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Além disso, usava a internet de terceiros em lan houses, por exemplo.
Para chegar até ele, a investigação colheu depoimentos dos responsáveis pelos computadores usados pelo homem, que informaram a localização dele. O Google também forneceu informações que ajudaram na informação do acusado.
Ao ser interrogado, alegou que as imagens postadas estavam num perfil acessado somente por amigos e outras pessoas “interessadas” no conteúdo. Mas para o MPF, as informações eram públicas.
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