Ministério da Saúde afirma que normalizou distribuição de remédios

Medicamentos, principalmente de alto custo, distribuídos pelo SUS, estão em falta

Medicamentos, principalmente de alto custo, distribuídos pelo SUS, estão em falta
Pixabay

O Ministério da Saúde divulgou nesta sexta-feira (17) que normalizou a distribuição de remédios no país. A pasta informou que concluiu os processos de licitação para compra de medicamentos.

“Os fármacos estão sendo enviados, ao longo deste mês, para as secretarias estaduais de saúde que, por sua vez, distribuem aos municípios para abastecimento de toda a rede de saúde pública. Para os contratos assinados recentemente, a distribuição deve ocorrer em até 10 dias”, afirmou por meio de nota.

Segundo o Ministério, muitos processos de compra não foram iniciados “no tempo devido”. Entre as ações para promover o abastecimento de remédios está a ampliação das licitações para, no mínimo, um ano.

“Isso proporcionará maior condição de previsibilidade dos estoques. Antes, muitos processos foram feitos para abastecimento de um período muito curto de tempo, como 3 a 4 meses”, diz a nota.

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A pasta ainda afirmou que busca, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU),  autorização para ampliar para até cinco anos a renovação anual de contratos de compras de medicamentos de uso contínuo, como imunossupressores usados para diminuir o risco de rejeição ao órgão após realização de transplante.

Segundo o Ministério, em São Paulo, a distribuição dos medicamentos Infliximabe 10mg/ml, Tacrolimo 1mg, Trastuzumabe 150mg, Micofenolato de Mofetila 500mg e Micofenolato de Sódio, e do Imatinibe 100 mg e Imatinibe 400 mg já está regularizada. 

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“A atual gestão do Ministério da Saúde entende que os medicamentos não podem faltar à população para a continuidade dos tratamentos e está adotando uma série de medidas para evitar que essa situação aconteça novamente”, informou a pasta.

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