Microsoft vai fechar LinkedIn na China e criar versão sem posts de usuários


Rede social afirmou que está enfrentando maiores exigências regulatórias no país asiático. Serviço será substituído por uma plataforma simplificada com foco apenas em empregos. Logotipo do LinkedIn na sede da empresa em Mountain View, na Califórnia.
Robert Galbraith/Reuters
A Microsoft informou que irá desativar as operações da rede social LinkedIn na China, quase sete anos após o lançamento no país. Ela será substituída por uma versão simplificada da plataforma focada apenas em empregos.
O LinkedIn era a única grande rede social norte-americana que operava na China, onde o governo exige cumprimento de rígidas regras e determinações.
“Estamos enfrentando um ambiente de operação significativamente mais desafiador e maiores exigências regulatórias na China”, disse o LinkedIn nesta quinta-feira (14).
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O LinkedIn afirmou que vai substituir o serviço na China, que restringe a publicação de conteúdos considerados sensíveis pelo governo, por um novo portal chamado InJobs.
O novo serviço, a ser lançado até o final do ano, não vai incluir um feed social ou capacidade dos usuários de compartilharem publicações.