‘Meu Bem, Meu Mal’ chega ao Globoplay com traições em família e disputa por poder


Trama com Lima Duarte, José Mayer, Sílvia Pfeifer, Adriana Esteves e Fábio Assunção entra no streaming nesta segunda (28). Relembre história e veja curiosidades e fotos. Rosa Maria (Ariclê Perez) e Dom Lázaro (Lima Duarte) em cena de ‘Meu Bem, Meu Mal’
TV GLOBO / Jorge Baumann
“Meu Bem, Meu Mal” mostrou a disputa de poder em uma família rica nos anos 1990 e 1991 com elenco estrelado por Lima Duarte, José Mayer e Sílvia Pfeifer.
Nesta segunda (28), a novela escrita por Cassiano Gabus Mendes, Maria Adelaide Amaral e Dejair Cardoso chega ao Globoplay. Para ajudar a relembrar a história, o G1 publica curiosidades, com dados do Memória Globo.
A história de Dom Lázaro Venturini (Lima Duarte), dono da Venturini Designers, é o fio condutor da novela e de vem a disputa por poder na trama ambientada em São Paulo.
Depois da mulher Maria Helena morrer, ele se vê obrigado a conviver com Ricardo Miranda (José Mayer), fruto de uma suposta traição da esposa com o melhor amigo. O empresário até tenta comprar a parte de Miranda na empresa, mas não consegue.
Lázaro também sofre a perda do filho Cláudio Venturini (Herson Capri) e tem que lidar com a ganância da nora Isadora Venturini (Sílvia Pfeifer). Ela se torna amante de Ricardo e busca incansavelmente assumir a diretoria da empresa da família.
Um dos pontos altos da trama é quando Lázaro descobre o caso da nora Isadora com Ricardo e tem um derrame. A partir disso, ele perde a fala e fica sem os movimentos até os capítulos finais da novela.
Meu Bem, Meu Mal: Dom Lázaro flagra a nora

Veja curiosidades e bastidores de ‘Meu Bem, Meu Mal’
Cena marcante: após ficar muito tempo sem falar, Lázaro Venturini (Lima Duarte) recupera a fala ao pedir um melão para a enfermeira Elza (Zilda Cardoso).
Lima Duarte passou os dois últimos anos de vida de Assis Chateaubriand ao lado dele e usou a experiência na novela. “Naquela cena e em nenhuma outra eu fui tão Assis Chateaubriand. Ele falava daquele jeito. Virou um clássico da teledramaturgia”, diz Duarte em nota.
Estilo da época: o time de figurinistas procurou referências nos estilistas Claude Montana e Giorgio Armani para montar o guarda-roupa de Isadora Venturini (Sílvia Pfeifer).
Estilo de Sílvia Pfeifer em ‘Meu Bem, Meu Mal’ fez grande sucesso na vida real
Jorge Baumann/Globo
Inspiração na vida real: o corte de cabelo de Fernanda (Lídia Brondi), que era curto atrás e com a franja reta, e a faixa larga usada no cabelo por Isadora (Sílvia) foram copiados pelo público nas ruas.
Estreias importantes: Foi a primeira novela da veterana comediante Zilda Cardoso e também a primeira aparição de Fábio Assunção, Vera Zimmermann e Sílvia Pfeifer na dramaturgia da TV Globo.
Autoria intercalada: Cassiano Gabus Mendes escrevia os capítulos de segunda, quarta e sexta e Maria Adelaide Amaral os de terça, quinta e sábado. Eles faziam reuniões semanais ou quinzenais para definir o caminho que a novela seguiria.
Dupla engraçada: Seu Emílio (Jorge Dória) e dona Elza (Zilda Cardoso) também fizeram sucesso. Ele era o proprietário do apartamento onde ela era a inquilina, e os dois viviam se estranhando.
Reprise 5 anos depois: ‘Meu Bem, Meu Mal’ foi reapresentada no “Vale a Pena Ver de Novo” em 1996.
Webdoc novela – Meu Bem, Meu Mal (1990)
Adriana Esteves e José Mayer em ‘Meu Bem, Meu Mal’ (1990)
Globo/Jorge Baumann
Sílvia Pfeifer e José Mayer em cena de ‘Meu Bem, Meu Mal’
Jorge Baumann
Adriana Esteves em cena de ‘Meu Bem, Meu Mal’
Globo/Jorge Baumann
Vera Zimmermann e Guilherme Karan em ‘Meu Bem, Meu Mal’ (1990)
Arley Alves/Globo.
Jorge Dória e Zilda Cardoso em ‘Meu Bem, Meu Mal’ (1990)
Acervo Globo
Yoná Magalhães em ‘Meu Bem, Meu Mal’ (1990)
Jorge Baumann/Globo
Sílvia Pfeifer e Lima Duarte em ‘Meu Bem, Meu Mal’ (1990)
Acervo Globo
Lisandra Souto e Cássio Gabus Mendes em ‘Meu Bem, Meu Mal’ (1990)
Jorge Baumann/Globo
Lima Duarte, Guilherme Karan e Fábio Assunção em ‘Meu Bem, Meu Mal’
Arley Alves/Globo
Meu Bem, Meu Mal (1990): Abertura