Leila Pinheiro lança o primeiro álbum de voz e piano em 40 anos de carreira


Veja a capa do disco que será apresentado em 16 de outubro para festejar o 60º aniversário da cantora. ♪ Esta é a capa de Melhor que seja rara, álbum comemorativo dos 60 anos de idade de Leila Pinheiro. Imagem do acervo pessoal da artista paraense, a foto da capa – criada com arte de Eduardo Dugois – é do DJ Zé Pedro e flagra a cantora, compositora e instrumentista ao piano, na intimidade da casa em que vive na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Zé Pedro é o idealizador desse primeiro disco de voz & piano gravado por Leila em 40 anos de carreira iniciada em Belém (PA), em 1980, com a estreia do show sintomaticamente intitulado Sinal de partida.
O lançamento do álbum Melhor que seja rara está programado pela gravadora Joia Moderna para 16 de outubro, dia do 60º aniversário da cantora.
♪ Eis, na ordem do álbum, as 12 músicas – com os respectivos compositores e os anos em que foram apresentadas em disco – que formam o repertório de Melhor que seja rara :
1. Melhor que seja rara (Guilherme Rondon e Zélia Duncan, 2016)
2. Amplidão (Chico César, 2006)
3. Deixa pra lá (Vinicius de Moraes, 1957)
4. Súbita primavera (Moacyr Luz e Fátima Guedes, 2020) – Música inédita em disco
5. Talvez (Cezar Mendes e Tom Veloso, 2020)
6. Porque era ela, porque era eu (Chico Buarque, 2005)
7. Dia tão cinzento (Nuno Ramos, 2009)
8. Saudade (Leila Pinheiro a partir de poema de Clarice Lispector, 2020) – Música inédita em disco
9. Nada (Adriana Calcanhotto e Antonio Cicero, 2020) – Música inédita em disco
10. Como um ladrão (Carlinhos Vergueiro, 1975)
11. Disco (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 2017)
12. Outra vez, nunca mais (Sueli Costa e Abel Silva, 2003)