Instituto Federal do AP quer formar 720 mulheres empreendedoras em 6 cidades


Curso gratuito será ofertado nos municípios de Laranjal do Jari, Macapá, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Santana. Atividade marca a implantação da Rede Brasil Mulher no Amapá. Curso será ofertado para amapaenses em vulnerabilidade social
Carlos Alberto Jr/G1
O Instituto Federal do Amapá (Ifap) anunciou que vai ofertar 720 vagas para um curso gratuito voltado ao empreendedorismo feminino. Mulheres em vulnerabilidade social são o público-alvo da formação que acontecerá em seis municípios do estado a partir de abril.
O curso vai acontecer nos municípios de Laranjal do Jari, Macapá, Oiapoque, Pedra Branca do Amapari, Porto Grande e Santana. Em cada cidade, serão ofertadas três turmas, cada uma com 40 vagas. A formação será na modalidade de ensino presencial, com carga horária de 160 horas.
O edital para as inscrições deve ser lançado ainda neste mês e a seleção das alunas ocorrerá diretamente no campus onde será realizado o curso. As aulas estão previstas para iniciarem em abril, informou o Ifap.
Na manhã desta segunda-feira (26), o curso foi lançado no campus do instituto em Macapá, na Zona Norte. O evento também marcou a implantação da Rede Brasil Mulher no Amapá.
Marialva Almeida, reitora do Ifap
Carlos Alberto Jr/G1
De acordo com a reitora do Ifap, Marialva Almeida, esse é o primeiro passo de uma parceria que renderá muitos frutos para as amapaenses.
“Além desse curso, que é nosso primeiro passo, estamos com uma proposta voltada para o presídio feminino e um novo curso técnico voltado apenas para mulheres”, enfatizou.
A parceria com o Governo Federal busca tornar as amapaenses profissionais empreendedoras.
“Queremos empoderar essas mulheres e uma das formas é abrindo as portas do ensino para elas. Lugar que muitas não acreditam nem mesmo pertencer. Capacitando, estamos valorizando-as”, finalizou a reitora.
Rede Brasil Mulher
Criado em 2017, a Rede Brasil Mulher é um comitê de articulação integrado por órgãos públicos, instituições privadas e da sociedade civil para desenvolver ações que combatam a violência e a discriminação e promovam a igualdade entre homens e mulheres, a partir da autonomia econômica e participação política da mulher.
A Rede foi instituída no âmbito da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres (SPM), da Secretaria de Governo da Presidência da República, e atua em eixos como saúde, educação, autonomia econômica e igualdade no mercado de trabalho.
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